Rio Branco, Acre, 4 de dezembro de 2020

Rebanho acreano registra crescimento de um milhão de cabeças de gado

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Por Redação Juruá Em Tempo.
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O Acre conta com um rebanho bovino estimado em torno de 3,5 milhões de cabeças de gado, apontou a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM/2019) divulgado recentemente, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em uma década, o rebanho bovino acreano registrou um crescimento de um milhão de cabeças, pois até 2010 contava com um rebanho estimado na casa dos 2,5 milhões de cabeças.

O levantamento apontou que os municípios de Rio Branco, Senador Guiomard e Sena Madureira representam por 33,2% do rebanho bovino no estado. Os criadores rio-branquenses contabilizaram 474 mil cabeças, que representa 8,3% do rebanho existente, enquanto os criadores de Senador Guiomard criam 366 mil animais.

O plantel acreano registrou uma alta de 6,2% em relação ao ano de 2018, mas quando leva em conta o ano de 2017, o crescimento pula para a casa dos 21,2%. Em contrapartida, a produção leiteira fechou o ano passado com 42 mil litros de leite, uma queda de 1,3% em comparação com 2018. O município de Acrelândia desponta como a maior bacia leiteira, pois responde por 11,0% da quantidade produzida, mas registrou uma redução de 6,0% em relação ao ano anterior (2018).

O rebanho de gado leiteiro chegam em torno de 56,6 mil de animais, 0,8% maior em comparação com 2018. Apesar de Plácido de Castro continuar com o maior rebanho leiteiro do estado, pois os criadores do Vale do Abunã contam com rebanho estimado em 5.074 cabeças, o equivalente a 9,0% do total de animais no estado, seguido de Feijó, com 5.034 animais e Senador Guiomard, na terceira posição, com 4.810 vacas leiteiras. “Com destaque para os municípios de Plácido de Castro (-2,4%), Feijó (7,8%) e Senador Guiomard (5,0%)que tiveram acréscimos nos plantéis do gado leiteiro”, observou Reginaldo Lopes da Silva, do setor de divulgação da Unidade Estadual do IBGE no Acre Suinocultura – A pesquisa revelou ainda um crescimento da criação de suínos, o rebanho no estado beirou os 149 mil cabeças, um acréscimo de 4,7% em relação ao ano anterior de 2018. O número de matrizes, no entanto, registrou leve acréscimo pelo terceiro ano consecutivo, pois alcançou a marca de 18 mil fêmeas, que corresponde por uma alta de 2,0%. Os criadores Feijó contabilizou 28,6 mil de suínos, o que assegurou os suinocultores da região o primeiro lugar no ranking estadual da atividade econômica, seguido por Tarauacá, com 18 mil cabeças e Epitaciolândia, com 16,6 mil animais.

O levantamento apontou que o estado conta com um rebanho de 12.355 de caprinos, enquanto os ovinos chegam em torno de 86.388 animais. O município de Sena Madureira responde por 18,6% dos caprinos, Rio Branco na segunda colocação com 14,5%, seguido por Cruzeiro do Sul (12,2%). Feijó respondeu por 15,2% do total de ovinos, seguido por Rio Branco (na segunda posição), com 15,0% e Sena Madureira, com 12,3% dos animais.

Com informações da Assessoria do IBGE.

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