Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Ação do MP no Acre oferece serviços gratuitos para pessoas com TEA
  • Ex-atletas do Vasco-AC suspeitos de estupro coletivo serão ouvidos em audiência
  • Tomate e feijão puxam alta da cesta básica alimentar em Rio Branco no mês de março
  • Justiça obriga prefeitura de Cruzeiro do Sul a adotar medidas urgentes em comunidade sem infraestrutura básica
  • Navio hospitalar deixa Cruzeiro do Sul na próxima semana
  • Empresário bilionário João Adibe conhece o Acre e visita revendedores da Cimed
  • MPF quer que R$ 1 milhão por falhas em aeroportos do Acre vá para pessoas com deficiência
  • Por unanimidade, justiça torna Mazinho réu por suposta prática de crime de responsabilidade fiscal
  • Homem é preso por cultivar pés de maconha em Rodrigues Alves
  • Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável em Marechal Thaumaturgo
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, abril 11
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

CNPq decreta fim das bolsas de iniciação científica para ciências humanas

Por Redação Juruá em Tempo.28 de novembro de 20203 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) publicou uma chamada para 25 mil bolsas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), em que exclui as áreas de Humanidades, Artes e Ciências Sociais. As bolsas serão destinadas exclusivamente às “tecnologias prioritárias”, que envolvem temáticas tecnológicas, produtivas, do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida. Para as ciências humanas e sociais, só serão validadas pesquisas diretamente ligadas às “tecnologias prioritárias”.

O PIBIC é um programa estratégico para incentivar jovens pesquisadores a produzir novos conhecimentos científicos. Sergio Granemann, coordenador do PIBIC na Universidade de Brasília (UnB), disse que a universidade recebeu a notícia com “inquietude e preocupação”, e que a comunidade científica está se organizando contra a medida. “Para ser completa, a produção científica, tecnológica e de inovação deve ser incentivada em todas as áreas do conhecimento”, afirmou.

“Se não há a possibilidade de uma formação de pesquisadores em todas áreas e temas, o que será do futuro da ciência brasileira?” O questionamento foi feito pela Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em carta enviada nesta quarta-feira (29) ao ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, pedindo a revogação da medida.

O documento foi endossado por mais de 60 entidades científicas, e ressaltou a imprevisibilidade dos desafios futuros da ciência, tecnologia e da inovação, considerando que “atrelar necessariamente todas as ações de fomento à pesquisa e de formação de recursos humanos a determinadas prioridades de cunho tecnológico não é a melhor estratégia a seguir, como atestam a história da ciência dos dois últimos séculos e as experiências de países que lideram a CT&I e a economia no mundo”.

Para Jacques de Novion, vice-presidente da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB), a medida “é uma evidência da atuação e da estratégia política desse governo, que trata a pandemia de forma leviana mas se utiliza dela para avançar, de forma sórdida, com o seu ultra-neoliberalismo, e com a destruição da educação pública e da Ciência e Tecnologia”, considerou. “Só um governo inconsequente ignora a importância das diversas áreas do conhecimento e sua relação transversal na produção científica e de inovações em temas comuns”, afirmou o professor.

“Como iremos projetar políticas públicas e desenvolver estratégias de sobrevivência e recuperação à essa pandemia? As áreas que compõem as ciências humanas são fundamentais para o desenvolvimento dessas estratégias”, afirma Danielle Nogueira, professora da Faculdade de Educação (FE). “Esse é um processo claramente inconstitucional, na perspectiva da garantia do direito à educação, à ciência, tecnologia e inovação”, completou Catarina de Almeida Santos, também da FE.

ADUnB
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.