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“Não permitiremos o retorno do ano letivo se não cumprir todos os protocolos”, diz professora

Por Redação Juruá em Tempo.7 de novembro de 20202 Minutos de Leitura
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Após o governo do Acre publicar um decreto que permite a retomada das aulas e demais atividades presenciais pelas instituições públicas e privadas de ensino, após o pico da pandemia de Covid-19, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), professora Rosana Nascimento, lamentou a decisão do Comitê Acre sem Covid.

Para Rosana, a Secretaria Estadual de Educação (SEE) não fez a testagem em massa dos trabalhadores em educação, como recomenda os protocolos de biosseguranças dos órgãos de saúde e ainda falou do temor de aglomerações nos corredores das escolas. “Sem uma vacina para imunizar a população é muito perigo o retorno das aulas presenciais”, observou em nota.

Segundo a sindicalista, falta infraestrutura em muitas escolas da rede pública, principalmente na zona rural. O sindicato garante que irá percorrer as escolas da rede pública para verificar se existe a instalação de mais pias para higienização das mãos da comunidade escolar. “Não permitiremos o retorno do ano letivo se não cumprir todos os protocolos de segurança”, declarou Nascimento.

Conforme publicado pelo Sinteac, as escolas devem ter ampliação dos banheiros coletivos para evitar aglomerações dos alunos na porta principal no horário do recreio, disponibilidade de totens com álcool em gel nos corredores, tapetes sanitizantes, sinalização do distanciamento de dois metros nos corredores e nas salas de aula, a obrigatoriedade de máscara de proteção que devem ser distribuídas aos alunos e o uso de medidor de temperatura no portão central.

A primeira fase retorno está prevista para começar na próxima segunda-feira, dia 16. De acordo com o documento, a retomada das aulas será opcional para as instituições e unidades de ensino e será dividida em três fases.

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