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Depois de atingir maior marca desde maio, taxa de contágio desacelera no Brasil

Por Redação Juruá em Tempo.1 de dezembro de 20202 Minutos de Leitura
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Depois de alcançar a marca de 1,30, a maior desde o fim de maio, a taxa de transmissão (Rt) do novo coronavírus no Brasil caiu para 1,02. Os dados são do centro de controle de epidemias do Imperial College de Londres, no Reino Unido. A atualização foi divulgada nesta terça-feira, 1º, com dados coletados até a segunda-feira, 30.

A taxa de contágio traduz o potencial de propagação de um vírus. Quando ele é superior a 1, a doença está avançando. Hoje, o dado indica que 100 pessoas infectadas no País transmitem o vírus para outras 102. Pela margem de erro das estatísticas, essa taxa pode ser maior (1,11) ou menor (0,94).

A taxa de 1,02 representa uma leve desaceleração em relação à semana passada. Sete dias atrás, ela bateu a marca de 1,30, a maior desde maio. Há três semanas, o número ficou em 0,68, o menor valor desde abril. A data coincide com o atraso na atualização de casos e mortes por covid-19 pelo Ministério da Saúde. Problemas técnicos atrasaram o registro de informações. A pasta reconheceu na sexta-feira, 13, indícios de um ataque cibernético em seu sistema, mas ainda não há laudo conclusivo.

Na segunda-feira, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou que o Brasil precisa levar o aumento no número de casos de covid-19 a sério. “O Brasil teve seu ápice em julho. O número de casos estava diminuindo, mas em novembro os números voltaram a subir. O Brasil precisa levar muito, muito a sério esses números. É muito, muito preocupante”, disse Tedros.

A média móvel diária de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil ficou em 518 nesta segunda-feira, 30. Esse tipo de média considera os dados dos últimos sete dias e evita distorções provocadas pelas variações diárias dos registros. Nas últimas 24 horas, foram registrados mais 22.622 casos e 317 mortes, segundo levantamento feito por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOLjunto às secretarias estaduais de saúde.

Conforme dados do Ministério da Saúde, 5.601.804 brasileiros se recuperaram da doença e outros 560.954 seguem em acompanhamento.

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