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Edvaldo questiona dono da Mediall sobre quantos infectologistas atuam no Into/Acre; trabalho é feito por telemedicina, responde a Mediall

Por Redação Juruá em Tempo.11 de dezembro de 2020Updated:11 de dezembro de 20204 Minutos de Leitura
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) questionou o diretor-presidente da Mediall Brasil S.A, Hilton Rinaldo Salles, a respeito do quantitativo de infectologistas, psicólogos e assistentes sociais que atuam no Into/Covid no Acre. O hospital, referência no tratamento da covid-19 no Estado, é administrado pela Mediall após uma contratação emergencial na ordem de R$ 36.101.322,00, por um prazo de 6 meses.

Durante a audiência da Comissão de Saúde Assembleia Legislativa do Acre na manhã desta sexta-feira (11), Edvaldo Magalhães frisou que, caso se confirme que não há infectologistas em um hospital que trata especificamente de uma patologia viral, o caso é “espantoso” para não dizer “estranho”.

“A contratada precisa se apresentar na condição de prestar o melhor serviço. Numa pandemia, o infectologista tem papel importante. Queria saber quantos profissionais da assistência social integram o quadro da Medial no Into e de psicólogos também”, reiterou.

Quanto à comunicação entre pacientes e familiares. Edvaldo Magalhães sugeriu o uso da tecnologia como acontece nos grandes hospitais do Brasil e fora dele. O uso de tabletes pelo corpo clínico para auxiliar os pacientes nisso, com o contato com seus familiares, resolveria o problema e encurtaria a distância e amenizaria a saudade imposta pelo isolamento.

“A tecnologia está ao alcance da mão. Adquirir tablete para que o paciente possa se comunicar uma vez ao dia com os familiares, diminuindo essa angustia. Você diminuirá em muitos os problemas que tem surgido. Não venham me dizer que não tenham recursos para isso. O problema não são recursos, talvez o gerenciamento deles. Um pouco mais de tecnologia diminuiria o sofrimento de quem está internado”, pondera.

Quanto ao problema em si, da falta de informação atualizada sobre o quadro clínico dos pacientes, o parlamentar pediu ao Ministério Público do Acre, por meio da Promotoria Especializada em Saúde, que faça valer o que a Assembleia aprovou e o governador Gladson Cameli sancionou. Ou seja, o projeto de lei do deputado Chico Viga (PHS), que cria a central de informações de pacientes da covid-19.

O outro lado

Em resposta, o diretor-presidente da Mediall Hilton Rinaldo Salles disse que está ampliando de 8 para 12 o número de assistentes sociais no Into/Acre para atender a demanda. Quanto ao número de psicólogos, Salles disse que está saindo de 2 para 4 profissionais.

Com relação ao número de infectologistas, Hilton Rinaldo deixou claro que não há infectologistas atuando presencialmente no Into/Acre, que os atendimentos partem de teleconsultas, pela telemedicina aprovada pelo Ministério da Saúde. Hilton destacou que isso é uma prerrogativa da Secretaria de Estado de Saúde de dizer quais profissionais devem ou não fazer parte do quadro do Into, que a Mediall apenas presta o serviço e atende a demanda da Sesacre.

“Temos feito isso por telemedicina e nós temos tentando melhorar essa área a casa dia mais. Nós temos sim essa assistência. Caso haja interesse de infectologista no Into, tem que ser via Sesacre, isso é prerrogativa da Secretaria de Saúde”, disse o diretor presidente.

Tensão

O debate ficou tenso após Hilton Rinaldo ter negado uma fala dele de que a partir da audiência pública da Aleac, iria ser criada a coordenação de assistência social.

A fala de Hilton foi questionada por Edvaldo Magalhães, que perguntou por que só agora, após meses de pandemia, é que isso veio acontecer. Descontextualizando da fala inicial, o dono da Mediall disse a Edvaldo que havia dito que a coordenação de assistência social existia dentro da coordenação de enfermagem. Entretanto, não fora isso que Rinaldo falou antes.

Edvaldo Magalhães rebateu. Ressaltou que a fala de Hilton estava gravada e que ele deixou claro que não havia essa coordenação antes da audiência pública e que será só implantada agora, após reclame dos deputados estaduais e dos conselhos de Saúde presentes na audiência pública.

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