Investigado por um possível caso de corrupção eleitoral, o vereador reeleito do MDB, Célio Gadelha, afirmou por meio de nota nesta sexta-feira, 4, que a Polícia Federal não tinha autorização judicial para apreender aproximadamente R$ 2 mil, em sua residência.
“Ao mesmo tempo, repudia que a Polícia Federal encaminhe foto do valor de aproximadamente R$ 2 mil apreendido em sua casa, e que sequer tinha autorização judicial para apreender, por não ter relação ao objeto do que se encontra investigado, para causar uma espetacularização do processo”, afirma.
Célio é um dos investigados da Operação Intruder Brother, desencadeada pela PF. Segundo a defesa, o parlamentar contribuiu com as investigações e que não há nada que manche sua integridade. Destacou também que a verdade vai ser estabelecida.

