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Secretário de Bocalom quer vacinar crianças contra Covid-19 mesmo fora do critério do MS

Por Redação Juruá em Tempo.11 de janeiro de 20212 Minutos de Leitura
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O secretário municipal de saúde em Rio Branco, Frank Lima, em entrevista na TV Gazeta na tarde desta segunda-feira, 11, cometeu uma “gafe” ao informar que iria solicitar ao Ministério da Saúde (MS) a inclusão de crianças para tomarem a vacina contra o coronavírus.

Ao falar sobre as medidas de enfrentamento à eminente alagação, Frank Lima afirmou que iria pedir ao MS a inclusão de “prioridades” para o trabalho de remoção dos profissionais que irão atuar na linha de frente da alagação.

Segundo ele, em caso de remoção de alagados, antes de sua chegada ao abrigo todos seriam imunizados, mas antes os profissionais e voluntários deveriam receber a vacina primeiro, em seguida, da “criança até o vovô” antes de adentrarem nos abrigos.

“Diante da problemática da alagação. Nós [secretária municipal de saúde] estamos pedindo ao Ministério da Saúde, uma inclusão de prioridade, no primeiro momento, a gente pensou na alagação e, em caso de ter que remover essas pessoas, a gente trazê-las já imunizadas, seja de criança até o vovô. Então, a gente já imuniza para diminuir os impactos. Precisamos incluir também o pessoal da defesa civil”, afirmou.

O problema é que esse pedido de Frank Lima, vai na contramão do que diz o Ministério da Saúde (MS) de que as crianças, pelo menos por enquanto, não estão previstas na estratégia de vacinação contra a Covid-19. O motivo principal, além de elas não fazerem parte do grupo de risco da doença, é a falta de estudos dos imunizantes para a faixa etária.

“Nenhum país do mundo tem estudos que mostrem a utilização de vacinação na faixa etária pediátrica. Até onde eu saiba, a gente não viu nenhum trabalho que mostre [a vacinação em crianças] ou nenhuma desenvolvedora que tenha colocado [uma vacina] na fase 3 nesta faixa etária. Nós não temos dados em relação a essa questão”, disse Arnaldo Medeiros, secretário Nacional de Vigilância em Saúde.

  • Por Lucas Vitor, do Ac24horas.
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