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Artigo: O principal adversário político do Acre no momento é a Covid-19

Por Redação Juruá em Tempo.9 de fevereiro de 20214 Minutos de Leitura
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Na sua árdua luta contra a pandemia da Covid o governador Gladson Cameli (PP) tem demonstrado imensa gratidão àqueles que o ajudam. Quem o acompanha é testemunha que em qualquer discurso ou pronunciamento nunca esquece de lembrar o quanto o presidente Bolsonaro tem atendido aos seus pedidos de ajuda. A mesma postura mantém para a bancada federal acreana, com os deputados federais e senadores, aos parlamentares estaduais da Aleac e aos prefeitos.

Gladson entende que a principal ideologia partidária nesse momento trágico é a preservação da vida. Tentem explicar para um paciente entubado num hospital as vantagens ou desvantagens da direita ou da esquerda. Ele só vai querer saber mesmo de sobreviver e poder voltar ao seio da sua família e ao convívio dos seus amigos. E para que as chances de um doente de Covid se restabelecer sejam maiores é preciso que haja uma estrutura hospitalar de leitos, respiradouros e insumos medicamentosos.

Nesse sentido o Governo do Acre com o auxílio de todas as forças políticas que o apóiam conseguiu em tempo recorde construir dois hospitais de campanha, em Cruzeiro do Sul e Rio Branco, unidades permanentes que continuarão a atender depois da pandemia. Nessa segunda onda da doença providenciou novas usinas de oxigênio e mais leitos de UTI para enfrentar o flagelo da Covid-19 que tem ceifado milhões de vidas no mundo inteiro. Tudo para que não aconteça no Acre o que se passou em outros estados do Norte do país.

O governador do Acre se antecipou e foi atrás das vacinas contra a Covid aonde elas poderiam ser encontradas. Fez todo tipo de tratativas para imunizar a população acreana com antecedência. Quem viu nisso algum tipo de sinalização política é porque não está entendendo a dor de uma família quando perde um ente querido e o sofrimento de um paciente lutando para conseguir levar ar aos seus pulmões. Mas mesmo com a urgência da empreitada Gladson jamais tentou passar por cima do Ministério da Saúde ou da Anvisa.

Por isso, acho um absurdo que mesmo diante dessa tragédia humana alguns políticos acreanos continuem a conspirar para obterem vantagens. Isso é desumano e vai contra o próprio objeto principal da política que é a saúde e o bem estar de toda a nossa população. Definitivamente não é hora de sonhar com cargos e status, mas de se unir aos governantes do Executivo para suprir o sistema de saúde dos insumos necessários. Ajudar a construir alternativas para trazer mais vacinas e salvar o maior número de vidas possíveis. Depois cada um que vá para o seu palanque e defenda o que acredita.

Chega a ser criminoso que representantes eleitos pela população acreana coloquem a frente dos interesses do povo do nosso estado as suas ideologias e pretensões políticas. Definitivamente não é hora para isso. Quando um desses políticos boicotam uma reunião, um encontro ou uma ação que tem como objetivo salvar vidas no Acre está dando um atestado público de insensibilidade e desumanidade. Mostra que as suas vaidades e pretensões sobrepõem aqueles que representa.

É preciso que haja uma trégua urgente em todas essas articulações políticas futuras. O presente está cobrando ações efetivas para minimizar a dor e o sofrimento da população acreana. Não é hora para ambições desmedidas e discursos ideológicos enquanto as pessoas padecem nas camas de hospitais.

É preciso restaurar a fé e a esperança pela vida no Acre. O único caminho seguro para se alcançar esse objetivo é o desapego e a consciência do papel que cada um dos nossos representantes têm com a nossa gente. A hora é de união, solidariedade e amor ao próximo. E que Deus na sua infinita misericórdia acorde os nossos políticos para esses sentimentos. Agora, aqueles que continuarem dormindo e se omitindo da missão de salvar vidas, terão Deus, a população e a nossa história para julgá-los.

Nelson Liano Jr. é diretor de comunicação da Secom.

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