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Enfermeira Mônica Calazans, primeira vacinada contra Covid-19 no país, recebe segunda dose da vacina nesta sexta

Por Redação Juruá em Tempo.12 de fevereiro de 20214 Minutos de Leitura
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A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19 no Brasil, recebeu a segunda dose da vacina CoronaVac na tarde desta sexta-feira (12).

A aplicação foi feita durante a coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Antes de receber a dose, ela fez um apelo e pediu respeito à sua profissão.

“E eu estou aqui por uma classe, pois sou enfermeira e tenho muito orgulho da minha profissão. Quero deixar claro que não sou atriz, sou enfermeira. Eu não estou atuando. No momento com tantas mortes não existe atuação teatral, é uma realidade que todos nós estamos vivendo”, afirmou Mônica.

A enfermeira revelou ter sido alvo de ataques virtuais após ter sido a primeira pessoa a receber a vacina contra o coronavírus no Brasil.

“Ao invés de me atacarem com piadinhas como fizeram, me respeitem como profissional, eu estou na linha de frente desde o início cuidando de pacientes graves. Antes de falar de mim, respeite e veja minha história. Eu fiz isso pelos brasileiros, tomei a vacina do Butantan com muito orgulho e falo, com a boca cheia, é a vacina de São Paulo, é a vacina do Brasil, e o que estávamos esperando realmente para sairmos dessa prisão que todos nós estamos vivendo”, afirmou a profissional.

O padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo da Rua,que foi vacinado com a primeira dose nesta manhã, participou da coletiva e acompanhou a vacinação de Mônica. Ele também mostrou o comprovante de vacinação.

A Prefeitura de São Paulo começou a vacinar idosos com mais de 60 anos em situação de rua na capital paulista. A campanha ocorre após solicitação do Ministério Público e da Defensoria Pública do estado.Padre Júlio Lancellotti mostra comprovante de vacinação  — Foto: Reprodução/TV Globo

Padre Júlio Lancellotti mostra comprovante de vacinação — Foto: Reprodução/TV Globo

O governo de São Paulo começou nesta sexta a aplicar a segunda dose da vacina em todos os profissionais de saúde que foram imunizados no mês passado.

Mônica foi vacinada no dia 17 de janeiro, logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aprovar o uso emergencial da vacina, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O Programa Nacional de Imunização (PNI) brasileiro teve início no dia 18 de janeiro, e começou a ser feito após a distribuição das 6 milhões de doses da CoronaVac importadas já prontas da China.

Mulher, negra, moradora de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista, Mônica faz parte do grupo de risco para a doença, e atua na linha de frente contra Covid-19 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Ela foi voluntária da terceira fase dos testes clínicos da CoronaVac realizados no país.

Domingo histórico: Anvisa aprova uso emergencial das vacinas Coronavac e de Oxford

Cronograma da vacinação em SP

A vacinação de idosos entre 85 e 89 anos começou a ser feita em todo o estado nesta sexta-feira (12).

Ainda nesta sexta (12), além dos profissionais de saúde, o governo de SP começa a aplicar a segunda dose da vacina na população indígena e quilombolas que foram vacinados a partir do dia 17 de janeiro.

Os idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência a partir de 18 anos que vivem em instituições de longa permanência também serão imunizados com a segunda dose da vacina.

Já os 563 mil idosos de 80 a 84 anos vão receber a primeira dose a partir do dia 1º de março.

Eficácia da vacina

Os testes no Brasil, conduzidos pelo Instituto Butantan, apontaram uma eficácia de 50,38% da CoronaVac. Além disso, a vacina tem eficácia de 78% para casos leves, que exigem algum cuidado médico, e nenhum dos vacinados ficou em estado grave, foi internado ou morreu.

O imunizante teve 91,25% de eficácia em uma análise preliminar dos resultados na Turquia e 65,3% na Indonésia. Ao justificar as diferentes taxas de eficácia, a farmacêutica chinesa afirmou que os países usaram vacinas do mesmo lote em seus estudos, mas os protocolos de teste não eram idênticos.

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