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Mulher de SC dá à luz durante coma induzido por causa da Covid-19

Por Redação Juruá em Tempo.23 de fevereiro de 20215 Minutos de Leitura
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Danúbia Leida, de 38 anos, só conheceu a filha recém nascida 17 dias após o parto e por vídeo chamada. A advogada de Maravilha, no Oeste catarinense, ficou sedada na unidade de terapia intensiva (UTI) por causa de complicações da Covid-19. O caso ocorreu em outubro do ano passado, mas ganhou repercussão este mês após uma publicação da mãe agradecendo aos profissionais de saúde que cuidaram dela e da filha.

“Quando acordei do coma, a primeira coisa que fiz foi colocar a mão na minha barriga. Eu não sabia onde estava, não sabia o que tinha acontecido e pensei que tinha perdido o bebê. Não me recordava da cesárea. Depois que saí literalmente do coma, foi feito uma vídeochamada e pude vê-la [a filha]”, relembra.

Passado o pior, mãe e filha puderam se conhecer pessoalmente 19 dias depois do nascimento. Agora, a menina de quatro meses e Danúbia estão bem, mas sempre que pode, a catarinense alerta amigos, parentes e familiares sobre o perigo da Covid.

Além de agradecer os profissionais de saúde, Danúbia também destacou a importância da prevenção contra a doença. Hoje ela ainda precisa de cuidados por causa de uma trombose pulmonar, desenvolvida após contrair a doença.

“Hoje, em meio a esses números assustadores, tenho medo, fico imaginando passar por tudo novamente, ou ter familiares, parentes, amigos nessa situação, muito pior do que a minha época”, disse ela na publicação.

Antes, em novembro, ela já tinha voltado aos hospital para prestar uma homenagem aos profissionais que cuidaram da família e agradecer pessoalmente.

“Eu também não acreditava, nem levada a sério a doença. Tem que se cuidar, a vacina está aí. Temos que usar máscara e álcool em gel. A gente só acredita na realidade e na gravidade da doença quando tem um doente na família”, alerta.

Gravidez e internação por Covid-19

A família não planejava a chegada de Maria Luiza. Danúbia descobriu a gravidez no início do ano passado. Apesar da pandemia de Covid-19, a gestação foi tranquila, segundo ela. Mas no fim de setembro as coisas mudaram quando ela, o marido e a filha mais velha contraíram a doença.

“A princípio, eu não tinha sintomas muito fortes, mas uns dias antes de acabar o isolamento, comecei a apresentar uma piora no quadro. Mas todas as vezes que eu ia ao centro de triagem, meu exame dava negativo, ficava em observação e voltava para casa. No dia 6 de outubro eu piorei bastante, tive falta de ar. O raio-x mostrou que o meu pulmão estava bem comprometido”, relembra.

A advogada disse que assim que foi constatada a sua situação, foi realizada uma transferência às pressas para um hospital de Chapecó, também no Oeste. No local, Danúbia piorou novamente e teve quer ser intubada e sedada. Foi então que a equipe médica, com a autorização do marido, resolveu fazer a cesárea. Maria Luiza estava com 35 semanas, ou seja, 8 meses.

“O que eu sei, é que fizeram uma chamada de vídeo com ele [marido] e resolveram fazer o parto. Tudo ocorreu de forma tranquila. Apesar de eu não me lembrar, são as histórias que as pessoas me contam”, diz ela.

A bebê ficou poucos dias no hospital acompanhada pelo pai. “O pai que se virou, foi ele a primeira mãe da Maria”, disse Danúbia.

Saindo do coma

Após o parto, Danúbia foi mantida em coma induzido até apresentar melhora, 17 dias depois. As primeiras informações que recebeu foram das enfermeiras que tentavam tranquilizar a mãe. A advogada só acreditou que tudo havia ocorrido bem, após as profissionais mostrarem fotos da criança.

A alta médica da paciente, que ocorreu no dia 25 de outubro, e foi comemorada na UTI. Com balões e muita emoção Danúbia agradeceu os profissionais.

“Quando eu sai da UTI, não consegui caminhar nem elevar o braço para me alimentar. Meu marido cuidou de mim. Outras sequelas eu não tive. Mas tem o pós Covid-19. Tem a fisioterapia e remédios. Eu desenvolvi trombose pulmonar, em virtude da Covid e tenho que fazer acompanhamento médico, mas estamos passando por esta fase”, disse.

No mesmo dia da alta hospitalar, o reencontro entre mãe e filha aconteceu, 19 dias após o parto. Muito emocionada e junto da família, Danúbia pôde, enfim, estar junto com a pequena Maria Luiza. A família comemorou reunida o Natal. “Deus nos permitiu estarmos juntos”, disse a mãe.

Gratidão

Antes de manifestar publicamente em redes sociais neste mês a gratidão que sentia pelos profissionais da saúde, Danúbia retornou ao hospital. No dia 7 de novembro, ela foi agradecer aos enfermeiros que cuidaram dela nos 20 dias que ficou internada e para a enfermeira que cuidou da filha.

“Foi muito gratificante reencontrá-los. Tenho uma amizade muito forte com vários. Voltei para levar uma lembrancinha para eles. A gente reconhece mais pela voz, porque só conseguimos ver os olhos. Foi muito emocionante”, conclui.

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