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Relato: Enquanto Bocalom some, Zequinha se faz presente

Por Redação Juruá em Tempo.9 de fevereiro de 20213 Minutos de Leitura
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Com apenas um mês das novas gestões municipais, pode-se dizer que ainda é cedo para uma avaliação precisa dos novos prefeitos. Contudo, ambos mandatos tiveram que lidar, de largada, com duas crises: alagações e a pandemia da Covid-19. Um cruzeirense que reside em Rio Branco há três anos entrou em contato com a Redação Juruá em Tempo para dizer que, no que se refere a essas duas crises, o prefeito de Cruzeiro do Sul estaria se destacando tanto na gestão dos problemas quanto na comunicação.

A opinião deste cruzeirense não é um caso isolado. Quando comparada as reações das pessoas nas redes sociais, as críticas ao prefeito de Rio Branco na gestão destas duas crises têm sido frequentes.

Apesar de Cruzeiro do Sul e Rio Branco terem regimes hídricos distintos, as duas cidades foram afetadas por alagações quase no mesmo período. Enquanto Zequinha logo visitou as famílias afetadas e de pronto deu início aos trabalhos de recuperação, Bocalom foi criticado por sua ausência nos principais pontos de alagamento.

“ (Após as alagações) o governador foi lá com o povo conversar, prestar apoio. E o Bocalom nada. Nessas horas o povo precisa de apoio dos gestores, uma palavra amiga e nem isso ele fez. São pessoas, seres humanos que precisam de assistência e precisam ser ouvidas. Mas quem vai ouvir se a pessoa responsável não aparece? ”, disse.

Há muitas críticas ao prefeito da capital no que se refere à vacinação. As críticas não são pontuais e aparecem de modo generalizado nas redes sociais.

“Aí (em Cruzeiro do Sul), tá tudo organizado, com drive thru e tudo. E a prefeitura daqui moscando. Parece que que pela primeira vez Cruzeiro do Sul tá tendo um prefeito descente. E tá dando de lapada na capital”, escreveu.
Também tem sido frequente na capital as informações de ‘fura-fila’. Como a responsabilidade da vacinação é municipal, qualquer deslize nesse sentido cai na conta do prefeito.

Parte do sucesso obtido pela gestão cruzeirense pode ser creditada também à forma de comunicação mais direta com a população. As redes sociais do prefeito e da prefeitura no Facebook e Instagram divulgam ações e calendários de vacinação.

“Aí tá tendo divulgação de calendário, de fases. Aqui não tá tendo isso. Os números de telefones não funcionam. Tudo muito desorganizado. O prefeito daí aparece, fala com o povo. O daqui se esconde. Na verdade o Zequinha tá com perfil de prefeito de capital, enquanto o outro continua com o perfil de gestor de interior”, disse.

Essa mesma pessoa diz ainda que a prefeitura de Cruzeiro do Sul está tendo maior sucesso em comunicar às pessoas sobre a necessidade de conscientização. “Prefeitura tem o papel fundamental de conscientizar, botar a mão na massa mesmo. Aqui não tá tendo isso. E eu vejo que aí tá tendo. Vejo que as mídias da prefeitura estão conscientizando as pessoas para o uso de máscara, para o cuidado higiênico e sanitário para não proliferar o vírus.”

Não deixa de ser um alento para Cruzeiro do Sul receber uma menção positiva de um filho da terra residente em outro município. Quanto ao prefeito Tião Bocalom, ainda é cedo e ele terá tempo de realizar os ajustes necessários para realizar também ele, uma boa gestão. Parafraseando o cantor cruzeirense Alberto Loro, talvez seja um bom conselho “ouvir a voz que vem de lá”.

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