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Edvaldo Magalhães lembra fila silenciosa por um leito de UTI-Covid no Acre e cobra celeridade na vacinação

Por Redação Juruá em Tempo.17 de março de 20212 Minutos de Leitura
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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) falou a respeito da adoção de novas posturas diante da pandemia de covid-19 no Acre. Ao completar um ano da doença que já matou 1.140 acreanos, o parlamentar lembrou a fila silenciosa, que é a fila de espera por uma vaga de UTI. No boletim de ontem (16), da Sesacre, apontava 14 pessoas à espera de um leito.

“Temos todos os dias óbitos, porque não anda a fila. Essa é a nossa realidade. Precisamos tratar dessa gravidade. Diante do aprofundamento da crise não dar pra ter as mesmas medidas. O cansaço, o estresse para lidar com problemas complexos precisam ser superados. Não pode ter vacilo. Não dar pra fazer beicinho, não dar para ficar de mimimi. É grave a situação do nosso povo”, diz o deputado líder da oposição na Aleac.

Edvaldo disse ainda que é preciso acelerar a campanha de vacinação contra a covid-19 em um esforço entre governo e prefeituras. “Ontem, a imprensa nacional analisando a estatística da vacinação no Brasil, indicava que o processo de vacinação é lento no Acre. Nós estamos fazendo a pior campanha de vacinação da nossa história. Essa está sendo lenta. Quem coordena o processo é o governo, quem aplica são as prefeituras. Então, nós estamos tendo um problema de coordenação e um problema de engrenar. Porque se tem pouca, pelo menos a pouca que se tem, tem que ser aplicada”, pontua.

Magalhães mencionou que está pronto para ajudar o governo, sem cores partidárias. “Esse parlamentar questiona, mas ajuda. Eu quero estar do lado daqueles que não são negacionistas. Nós temos que salvar as vidas para salvar a economia”

Pedido de desculpas do governador aos garis

Edvaldo lembrou que o pedido de desculpas do governador Gladson Cameli aos trabalhadores da Zeladoria, pelo episódio em que eles foram recebidos por cassetetes, cachorros e spray de pimenta esta semana, é pedagógico.

“Eu achei importante o governador vir a público e pedir desculpas aos garis. Ordens absurdas não precisam ser cumpridas. Quando você enfrenta pessoas famintas, você tem que perguntar se o diálogo foi esgotado. Eu achei o pedido de desculpas pedagógico. Por outro lado, a arrogância do prefeito, a petulância do prefeito, demonstra o tamanho da amargura da sua alma contra injustiçados trabalhadores”, finalizou.

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