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Governo quer que fundo de empresas assuma risco de efeito colateral de vacina da Pfizer

Por Redação Juruá em Tempo.1 de março de 20212 Minutos de Leitura
Mulher segura frasco rotulado como de vacina contra Covid-19 em frente a logo da Pfizer em foto de ilustração 30/10/2020 REUTERS/Dado Ruvic
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O governo federal quer que o setor privado atue como uma ponte na compra de doses da vacina da Pfizer/Biontech, assumindo as cláusulas e seguros exigidos pelo laboratório para vender o imunizante, criticadas pelo presidente da República e outras autoridades brasileiras.

A possibilidade foi discutida em reunião na noite deste domingo, no Palácio da Alvorada, entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, e os ministros da Casa Civil, Saúde e Secretaria de Governo.

Relatos feitos ao blog por participantes da reunião dizem que foi apresentada a proposta de o governo federal entrar com os recursos e a intenção de compra, já que o laboratório afirma que irá priorizar a venda para governo, mas com a negociação feita por um consórcio de empresas privadas.

Desta forma, a iniciativa privada iria formar um fundo para assumir o ônus de cláusulas que determinam a isenção de responsabilidade do laboratório farmacêutico em caso de efeitos colaterais inesperados do imunizante.

Um seguro internacional poderia ser contratado para arcar com possíveis ações.

Este ponto tem sido o principal entrave para a compra, pelo governo federal, das doses da vacina da Pfizer, que já é utilizada em diversos países como EUA, Israel e Canadá.

Na reunião, foi discutido que a iniciativa privada teria mais facilidade que o governo, sujeito a órgãos de controle, para tratar das exigências. A discussão será levada ao Congresso.

A Pfizer ofereceu ao governo brasileiro 100 milhões de doses do imunizante, mas as negociações não prosperam porque as autoridades criticam os termos do contrato. O laboratório afirma que as mesmas cláusulas foram aceitas no mundo inteiro.

A vacina da Pfizer Biotech obteve a aprovação do registro definitivo da Anvisa no último dia 23 de fevereiro.

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