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No Acre, nível dos rios começa a baixar e médico alerta para o risco de doenças causadas por contato com água de enchentes

Por Redação Juruá em Tempo.1 de março de 20213 Minutos de Leitura
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Além dos prejuízos materiais, as enchentes, que atingiram centenas de pessoas em 10 cidades do Acre, podem causar uma série de danos à saúde. A lama pesada e com um mau cheiro muito forte também é um dos problemas. A população deve ficar atenta a possíveis doenças transmitidas pela água contaminada, alerta o médico infectologista Alan Areal.

Nível dos rios começa a baixar e preocupa com o forte odor da lama e doenças que podem ser causadas pelo contato com a água — Foto: Aldejane Pinto/Arquivo pessoal

O infectologista disse que hepatite A e a leptospirose estão entre as doenças mais comuns após uma alagação. Mas, há outros riscos como o ataque de animais peçonhentos e na situação de pandemia, ainda pode ter o agravamento dos casos de Covid-19 e dengue.

“É preciso enfatizar, nessa época de enchentes, que principalmente a hepatite A é transmitida pela contaminação de águas e também a leptospirose. São duas doenças que é preciso a pessoa estar muito atenta nesse momento, principalmente, após a enchente, no baixar da águas”, explicou.

Riscos

O médico diz que a leptospirose é uma bactéria que tem muitos animais como hospedeiros, principalmente o rato. Eles eliminam a bactéria através da urina. Em enchentes, as pessoas ficam mais sujeitas ao contato com a bactéria, porque a água do esgoto se mistura com a da chuva. A contaminação acontece pelo contato com a pele.

Com a hepatite A, a situação é semelhante, e o vírus está presente nas fezes. A água da chuva se mistura com a água do esgoto, que está contaminada com fezes humanas e de animais. A pessoa contaminada fica com icterícia, náusea e com muitas dores musculares.

“O cuidado é geral, estamos passando por esse surto de dengue, pandemia da Covid, então, a higienização, uso da máscara acaba prevenindo não só a Covid, o risco de transmissão, mas de resfriado comum também. É importante mudarmos os nossos hábitos, fazer a higienização das mãos, é importante também que as pessoas façam o possível para consumir água potável, porque diminui o risco de infecção por hepatite”, alerta.

Além dos cuidados de higiene pessoal que o médico aconselha, o alerta também é em relação à volta repentina para casa, quando as águas dos rios começam a baixar.

“Algumas pessoas insistem em ficar ou voltar de forma rápida, isso também aumenta o risco [de contaminação]. Uma outra coisa nessa época são os acidentes com animais peçonhentos, principalmente com crianças”, acrescenta.

Enchentes são risco para aumento de casos de leptospirose — Foto: Juan Diaz/Arquivo pessoal

Alerta

Areal diz que as pessoas devem ficar alertas para os sintomas e ficar atentas com à presença de febre, porque tanto a leptospirose quanto hepatite A podem causar febre.

“Claro que têm algumas situações específicas, na hepatite A, a presença de acolia fecal, por exemplo, as fezes perdem a cor característica, às vezes a urina também fica muito escura”, explica.

Já a leptospirose, tem um sinal muito característico que é a dor nas panturrilhas, nas batatas das pernas.

“Na presença de algum destes sintomas, febre, diarreia, dor abdominal é procurar atendimento médico. A automedicação é perigosa e o paciente deve passar pela avaliação do médico”, pontua.

Além disso, o especialista pede que a população fique alerta para a situação de pandemia vivida no estado.

“Ainda estamos em um momento delicado uma crise sanitária importante e agora, com as enchentes, surto de dengue no estado, então, as pessoas precisam mesmo estar mais irmanadas e cada um ajudar o outro para que possamos sair o quanto antes desta situação de calamidade”, conclui.

  • Por Alcinete Gadelha, G1 AC.
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