Rio Branco, Acre, 25 de julho de 2021

Policial há 11 anos, mulher cruzeirense recorda trajetória: “Queria trocar o salto pelo coturno”

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Com reportagens de Beatriz Santos, do Juruá Em Tempo.
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Jessica Moura dos Santos Nogueira, de 30 anos, está na Polícia Militar há mais de 11 anos, mãe de uma menina de 2 anos e grávida da segunda filha, ela contou um pouco do sonho de servir a PM e as dificuldades que enfrentou desde o concurso público até alcançar a carreira de policial.

De uma família praticamente inteira militar, Jessica conta que sofreu preconceito desde quando decidiu fazer o concurso.

“Sofri preconceito e nem estava na polícia ainda, estava fazendo o certame já começou a existir o preconceito. Perguntavam o que eu iria fazer lá e diziam que não é uma instituição para mulheres”.

Mas o sonho dela sempre foi ser policial e assim Jessica conquistou seu espaço na PM.

“Sabia que não seria fácil. Fui criada como a princesinha da família, mas queria trocar o santo alto pelo coturno. E apesar de ter tanta gente na família sendo policial, eu só souber o que quer quando eu estava lá”.

Jessica conta que a cultura machista está presente, inclusive, em mulheres. Mesmo assim, ela sabe e reconhece a sua importância como mulher na sociedade.

“Preconceito de outras mulheres não só de homens. Não coisas que em todas as profissões vão existir, entraves que as mulheres vão enfrentar”.

ALEAC

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