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Tião Bocalom declara que Gladson fazia uso de cloroquina e ivermectina há quase um ano e defende uso das medicações

Por Redação Juruá em Tempo.9 de março de 20212 Minutos de Leitura
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Na manhã desta terça-feira (9), durante sessão on-line da Câmara Municipal de Rio Branco, o prefeito Tião Bocalom (Progressistas) afirmou que o governador Gladson Cameli usou, desde o início da pandemia, cloroquina e ivermectina; medicações sem comprovação científica comprovada para o tratamento da Covid-19.

A declaração de Bocalom ocorreu após o prefeito ser questionado por Frank Lima sobre a decisão de colocar ou não a cloroquina e a ivermectina nas unidades de saúde, mesmo sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19.

“Nada ainda é certo, mas o que a gente tem de certeza é a vacina. Eu tomava ivermectina desde o ano passado. O governador Gladson também, cloroquina e ivermectina, desde quando começou a pandemia. Só agora que apareceu a Covid-19 nele; por sinal, muito fraquinha”, afirmou.

Sem qualquer embasamento médico ou científico, Tião Bocalom defendeu o uso das duas medicações e declarou que o medicamento evitou o agravamento de noventa e sete casos da Covid-19 na USF Maria Barroso da Silva, no bairro Sobral; um dos bairros mais populosos da capital acreana. O gestor disse ainda que, a cada cem pessoas que buscavam unidades para tratamentos da Covid-19, duas ou três eram transferidas para o Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into) com casos mais graves da doença.

“Existem diversos exemplos, em nível de Brasil, onde houve o uso de Ivermectina e Hidroxicloroquina; e tem resultado sim. O que acontece é que o pessoal da área não está dentro dos protocolos. A cloroquina e a ivermectina já vêm sendo aplicadas na Maria Barroso (UFS) desde o ano passado. De cada cem pessoas que passaram ali com sintomas de Covid-19, no máximo, duas ou três iam bater no Into. Então, existem muitas evidências. Evidentemente, não está reconhecido ainda pela saúde mundial, mas que existem evidências, existem!” (sic), enfatizou.

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