Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Dupla acusada de matar e esconder corpo em bananal é condenada no Acre
  • Prefeituras do Acre receberão R$ 35,7 milhões do FPM nesta terça
  • Já pensou? Morador abre a porta de casa e dá de cara com onça-pintada de 75 quilos
  • Pastor é preso suspeito de estuprar a sogra de 91 anos que é acamada
  • Homem arromba apartamento com extintor, espanca e mata namorada em SC
  • Ver para crer? Onda de calor faz derreter estruturas de trens na Alemanha
  • Mais da metade dos medicamentos pedidos na Justiça já deveria estar no SUS
  • Após casos de sarampo, Ministério da Saúde recomenda vacinar bebês
  • Isabelle Nogueira se despede do Boi Garantido
  • PM apreende tambores em terreiro no AM, e sacerdote denuncia preconceito
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, junho 29
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

‘A gente come é fubá suado’, diz mãe que sustenta 20 pessoas em MG

Por Redação Juruá em Tempo.5 de abril de 2021Updated:5 de abril de 20213 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Em um barraco no bairro Palmital B, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Gilcilene da Conceição Pinto, de 47 anos, prepara um pouco de mingau para alimentar a família.

“A gente não tem mais dinheiro para comprar pão. Então a gente come mesmo é fubá suado. Às vezes com um pouquinho de açúcar”, contou a cuidadora de idosos, desempregada desde maio de 2020, dois meses depois do início da pandemia no Brasil.

Ela vive com os dois filhos biológicos, doze adotivos e oito netos. Às vezes, dependendo das doações que recebe, aparece feijão, couve, biscoito.

“Eu ajoelho e peço a Deus por misericórdia. Eu falo que a fome é mais triste que o vírus”, disse Gilcilene.

Em dezembro de 2019, 942.851 famílias estavam em situação de extrema pobreza em Minas Gerais. Um ano depois, este número aumentou para 1.006.367, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).

O auxílio emergencial de R$ 600, criado em 2020 para dar suporte a estas pessoas e assim fazer com que pudessem se proteger em casa, foi suspenso.

Neste ano, o benefício será pago em quatro parcelas, com valores específicos conforme o perfil de quem recebe. O valor médio dessa rodada é de R$ 250, mas pode variar de R$ 150 a R$ 375 a depender da composição de cada família.

Porém, com a alta dos preços, muitos pais não vão conseguir botar a mesa para todos da família.

 

Giovanni Rodrigues Oliveira perdeu o emprego no início da pandemia — Foto: Giovanni Rodrigues Oliveira/Arquivo pessoal

“Eu vivo o hoje. Já levanto sem expectativa de nada amanhã”, disse Giovanni Rodrigues Oliveira, de 45 anos, casado e pai de cinco filhos.

Ano passado, ele trabalhava em uma empresa de armação de ferragens. O salário dele era de R$ 2,6 mil. Mas por causa da crise causada pela pandemia, foi demitido. As contas passaram a ser pagas pela mulher, motorista de aplicativo. Mas com a alta no preço de gasolina e a pouca demanda, a situação piorou.

“Eu não tenho mais renda. Não encontro ‘bico’. Pego R$ 50 e consigo feijão, óleo. Meu aluguel é de R$450. As contas não param de chegar. Às vezes meu filho mais velho consegue dar uma cesta básica. A gente vive é de doação mesmo”, contou Giovanni.

Gilcilene, que recebia o auxílio emergencial de R$ 600, ainda não conseguiu se cadastrar nesta nova fase.

“Eu tenho esperança, né? E Deus é tão bom que ninguém teve Covid aqui. Eu nem sei como eu ia fazer para isolar doente. Eu espero que todos consigam se vacinar logo para isso tudo acabar”, disse ela.

Giovanni também espera conseguir o auxílio. Mas fica indignado com a redução do valor.

“Toda a ajuda é bem-vinda. Mas será que os governantes não entendem que isso é uma emergência? É fome. Conta chegando. Desemprego. É urgência’, disse ele.

Medidas governamentais

O governo de Minas Gerais informou que “está avaliando todas as possibilidades de viabilizar novas ações para reduzir os impactos da pandemia para a população mais vulnerável”.

Disse ainda que suspendeu “cortes no fornecimento de água e luz a pessoas de baixa renda, cadastrados como consumidores de Tarifa Social na Cemig e na Copasa”.

Em Belo Horizonte, a prefeitura informou que tem disponibilizado cestas básicas e materiais de higiene para famílias de estudantes matriculados nas escolas municipais de ensino fundamental, Centros Infantis Municipais (CIMs), creches parceiras e estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

  • Com informações do G1.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.