Rio Branco, Acre, 15 de junho de 2021

MDB oficializa que está na base do governo, mas descarta retirar assinaturas da CPI da Educação

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Redação Juruá em Tempo.
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Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta quinta-feira (6), na sede do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), os dirigentes comunicaram que a sigla está oficialmente na base do governo de Gladson Cameli (Progressistas) e afirmaram que os parlamentares do glorioso não irão retirar as assinaturas da CPI da educação instalada na Assembleia Legislativa.

O anúncio feito sem a presença dos três deputados estaduais e da deputada federal, Jéssica Salles, visa garantir apoio dado nas eleições estaduais de 2022 e pôr fim as especulações de que a direção do partido não estaria alinhado com o governo para a tentativa de reeleição do governador Gladson Cameli no ano que vem.

De acordo com o presidente da executiva estadual, deputado federal Flaviano Melo, o MDB é um grande partido e que sempre manteve seus posicionamentos. “Antes de qualquer coisa, quero garantir que estamos ao lado do governo. O objetivo é, onde estivermos fazer nosso trabalho”, declarou.

O senador Márcio Bittar fez questão de pôr fim aos rumores de que os parlamentares da sigla iriam retirar as assinaturas da CPI da educação. “Há um esquecimento dos fatos. O governador falou que era favorável a investigação, então, a CPI vai dá um atestado de idoneidade ao governo”, ressaltou.

Durante a coletiva de imprensa, Bittar mostrou descontentamento por conta do pouco espaço do Glorioso na estrutura governamental. Segundo ele, a secretaria de agricultura, comandada por Nenê Junqueira, será para mostrar o potencial do partido. “Se tem um partido que não tem espaço é o MDB. Tem partidos menores que estão melhor que o nosso. A secretaria de agricultura é uma forma de colocar o MDB numa posição melhor”, argumentou.

Por fim, os representantes partidários garantiram que a partir de agora, deverão buscar espaços maiores no governo, porém, deixaram claro que a decisão será sempre do chefe do executivo.

  • Por Saimo Martins, do Contilmnet.

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