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No Acre, grupo faz redes para recém-nascidos que ficam em incubadoras de UTI neonatal

Por Redação Juruá em Tempo.28 de maio de 20214 Minutos de Leitura
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Após mais de um ano trabalhando na confecção de máscaras faciais para pessoas carentes no Acre, o grupo de amigas e vizinhas se reuniu nos últimos dias para mais um trabalho. Desta vez, quem vai receber as doações são os recém-nascidos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal da maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco.

As amigas Maithê Leite, Maria Mazzarello, Renata Beltrão e algumas vizinhas que já atuam na ação social desde o início da pandemia e doaram mais de 12 mil máscaras nesse período, recebeu um pedido da Associação Fada Madrinha, que fez a doação do material e elas costuraram 22 redinhas para os pequenos.

Renata Beltrão, que faz parte do grupo de amigas, disse que esta foi foi a segunda vez que elas fizeram as costuras, na primeira vez foram cobertas e agora as redes. A entrega no hospital ainda deve ser feita nos próximos dias.

Grupo costurou 22 redes de algodão — Foto: Arquivo pessoal

“A Beatriz recorreu a gente e nós estamos sempre à disposição. Achei o máximo e todo mundo se envolveu. A primeira vez foram lençóis e recentemente ela perguntou se a gente podia confeccionar as redinhas”, conta.

As redinhas servem para colocar os bebês dentro da incubadora. A técnica melhora o dia a dia deles por não ficarem em contato direto com os colchonetes, e diminui o surgimento de lesões na pele e melhora o desenvolvimento psicomotor.

“A gente fica empolgada de poder ajudar e já visualiza o benefício na criança. É o desejo de ajudar o próximo, o amor. Acho que Deus toca no coração da gente com a vontade de querer fazer e a gente está engajado nisso de fazer máscara e chegar a quem precisa. É gratificante e a intenção é não parar e sempre que a Beatriz precisar, esta à disposição porque é um trabalho lindo”, ressalta.

Crianças da UTI neonatal vão receber as doações — Foto: Arquivo pessoal

O pedido

O pedido partiu de profissionais da maternidade ao grupo Fada Madrinha e foi assim que se formou a corrente do bem e vária mãos trabalharam juntas para que os bebês tenham um pouco mais de conforto.

“O fisioterapeuta Romeu Rodrigues e a Dra. Maria do Socorro Avelino que é pediatra neonatologista da maternidade nos procuraram porque sabe que o Grupo Fada Madrinha é parceiro e sempre estamos à disposição quando eles nos procuram. Eles tiveram a ideia de usar as redinhas dentro da incubadora pois existem várias vantagens do seu uso, como desenvolvimento psicomotor, alinhamento postural, diminuição de lesões pelo contato direto e por longo período no colchonete, além de conforto e humanização ao atendimento”, contou a presidente da Associação Beatriz Figueiredo.

Como o grupo atua na missão de ajudar na recuperação dos recém-nascidos prematuros, aprovou a ideia, pois além de relaxar, a rede vai funcionar como um abraço da mãe e proporcionar um pouco mais de conforto.

“Compramos tecido 100% algodão para ser respirável e ter menor chance de desenvolver alergias e procuramos o projeto Máscaras para Todos, nossos parceiros, para confeccionar e elas toparam. Nós atuamos, ajudando os recém-nascidos da Maternidade Bárbara Heliodora, desde 2017 com doação de fraldas de prematuro, lenços umedecidos, pomada contra assaduras e itens de higiene. Além de roupas, toalhas e mantas doadas”, relembra.

Máscaras para todos

As amigas compõem o Projeto Máscara para Todos que surgiu no início de 2020, logo após o surgimento da pandemia, e atendia apenas moradores do condomínio onde três das amigas moram. Com o aumento da demanda, as amigas se juntaram com outros projetos sociais e passaram a levar o acessório de uso obrigatório na pandemia para outras cidades.

As máscaras são confeccionadas com pano e são feitas para adultos e crianças. Para a produção, o Projeto Máscaras para Todos conta com doações de amigos e conhecidos e pessoas interessadas em ajudar as famílias carentes.

Máscaras, de uso obrigatório na pandemia, são embaladas e entregues para pessoas carentes de Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal

  • Por Alcinete Gadelha, G1 AC.
Por:
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