Rio Branco, Acre, 31 de julho de 2021

A dor corpórea

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Coluna Mente Aberta, por: IB.
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Acredito que todos os leitores que acompanham essa coluna já sentiram dor em algum momento de sua vida; seja ela física ou emocional. Parece que é comum a convivência com as dores; por isso, decidi dessa vez fazer um texto a respeito do tema, tão pouco discutido.

Primeiramente, acredito que seja uma boa ideia explicar a razão de escrever sobre este tema; seja por já ser um costume meu explicar sobre minhas ideias, como também simplesmente para ocupar espaço no texto. A ideia veio de uma recente pesquisa aleatória que fiz onde mostrava uma escala de dor usada por médicos para analisar seus pacientes. Como a dor é algo subjetiva de cada pessoa, é difícil medir a dor de uma pessoa a partir de análise, por isso o relato da própria pessoa é necessário. Particularmente, esse tema me parece bem interessante; por isso, eu resolvi que poderia escrever um texto sobre isso.

A razão para que a dor seja considerada como algo subjetiva é porque cada indivíduo lida com a dor de uma forma diferente. Uma pessoa pode levar um soco e considerar uma dor leve, enquanto outros sentem uma dor muito maior. Por essa razão ter uma escala que sirva como referência é algo que ajudam os médicos a saberem como lidar com o paciente.

A dor por mais que muitas pessoas odeiem é algo extremamente necessário para as pessoas; pois é a forma que o corpo tem de alertar sobre alguma coisa quando algo está errado. Existem pessoas que não conseguem sentir dor e que passam por muitos problemas por conta disso, como quebrar um braço e demorar semanas para perceber que estava quebrado.

A escala de dor é medida em uma tabela de 0 a 10 que representa a intensidade da dor da pessoa sendo de 0 a 2 uma dor leve, de 3 a 7 uma dor moderada e de 8 a 10 uma dor intensa e quase insuportável; foi apenas recentemente que descobri a respeito dessa forma de medir a dor; e apesar de ser um tema chato de se ler de alguma forma considerei algo realmente interessante. Não seria surpresa para mim se metade das pessoas que leem meus textos desistissem desse na metade do caminho; afinal, esse não é um tema que chamaria a atenção de alguém.

Espero que esse texto tenha sido uma boa leitura para todos aqueles que conseguiram ler até aqui, não sei o quão interessado alguém pode ser nesse tipo de assunto, mas fico feliz apenas de alguém ter lido até o final.

ALEAC

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