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Escolas do AC fazem testagem de funcionários e alunos contra a Covid para garantir retorno seguro

Por Redação Juruá em Tempo. 11/07/2021 08:30
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Além do uso obrigatório de máscaras e o álcool em gel presente em vários pontos, teste de temperatura, as escolas particulares também estão investindo na compra de testes para diagnóstico da Covid-19, em Rio Branco, tanto para alunos como para colaboradores que apresentem qualquer sintoma.

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Ao todo, são 15 escolas associadas e foram comprados cerca de 300 testes que foram divididos entre elas, segundo informou a presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Acre, Elizabeth Costa. Além disso, também foram compradas máscaras N 95.

As escolas particulares retomaram as aulas presenciais com capacidade de 20% em março deste ano, e, após o estado sair da bandeira vermelha, em maio, a capacidade aumentou para 50%. Desde então, eles têm redobrado os cuidados para evitar contágio da doença em ambiente escolar.

A presidente do Sindicato conta que um selo foi criado para identificação das instituições de ensino que adotam regras para oferecer um ambiente escolar seguro.

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“A escola toda foi adequada com álcool, aferição de temperatura na hora da entrada, distanciamento, uso obrigatório de máscara, tudo isso foi feito na escola para permitir o tão importante retorno das aulas”, disse Elizabeth.

Ambiente seguro

Para a gestora Elandia Dantas, o retorno seguro garante o direito das crianças e adolescentes à educação. Mas, a medida também precisa garantir que a saúde de todos os envolvidos seja preservada.

“Dentro do sindicato foi oferecido testes para fazer testagem dentro da própria escola, então aquele funcionário, colaborador ou até o próprio aluno que apresenta algum sintoma, mesmo que bem leve, a escola já tem condições de fazer a testagem imediata. Recebemos todos os dias apoio dos pais que querem voltar para esse novo normal que nós sabemos que será diferente do que a gente vivia antes”, acrescentou.

Elandia disse que na escola onde ela trabalha, foram adquiridos 100 testes rápidos, 40 por doação do sindicato e outros 60 comprados pela própria escola. Mas, nesse período de aulas com capacidade reduzida, a escola utilizou apenas quatro testes e todos eles deram negativo para a doença.

“Retomamos e todas as semanas tínhamos reuniões de acompanhamento para ver se tinha surgido algum caso e o Comitê sugeriu que se a gente pudesse ter os testes. Então, as escolas sindicalizadas, o sindicato providenciou a compra e enviou para as escolas sindicalizadas, fizemos treinamento”, concluiu Elandia.

Com informações G1 Acre

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