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“Forte frio polar deverá atingir o Acre na segunda quinzena de julho”, diz Friale

Por Redação Juruá em Tempo. 08/07/2021 11:45
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Não haverá nova incursão de ar frio polar até o dia 15 de julho, informou o pesquisador meteorológico Davi Friale. O tempo segue com dias quentes, muito sol e baixa umidade do ar. As noites continuarão amenas, principalmente, após as 22h, no leste e no sul do Acre, afirma.

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Eventualmente, em alguns pontos isolados, poderão ocorrer chuvas rápidas, com maior probabilidade no vale do Juruá.

No leste e no sul do Acre (Rio Branco, Sena Madureira, Brasileia, Xapuri e cidades vizinhas), as temperaturas mínimas, ao amanhecer, estarão oscilando entre 17 e 20ºC e as máximas, na parte da tarde, entre 31 e 34ºC, pelo menos até a próxima segunda-feira (12/7/2021).

A umidade relativa do ar, na parte da tarde, vai oscilar entre 25 e 40%.

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Com estas condições atmosféricas, o tempo segue firme nos próximos dias. Se, eventualmente, chover, será de forma rápida, fraca e, apenas, em alguns poucos pontos isolados.

Vales do Juruá e do Tarauacá

No centro e no oeste do Acre (Tarauacá, Feijó, Cruzeiro do sul, Marechal Thaumaturgo e cidades vizinhas), poderão ocorrer chuvas rápidas e pontuais nos próximos dias, principalmente no vale do Juruá e na serra do Divisor.

Pelo menos até segunda-feira próxima, as temperaturas mínimas, ao amanhecer, vão oscilar entre 19 e 22ºC e as máximas, à tarde, entre 32 e 35ºC, podendo estabelecer novos recordes de calor de 2021.

A umidade relativa do ar, durante a tarde, estará variando entre 40 e 55%.

Nova onda de frio polar

Uma forte onda de frio polar deverá atingir o Acre, Rondônia, Amazonas e Mato Grosso na segunda quinzena de julho, despencando a temperatura e provocando mais uma típica friagem da Amazônia Ocidental.

O pesquisador informa que está monitorando as condições atmosféricas de alta pressão na região da Antártida – origem do frio polar – e possibilidade de baixa pressão significativa sobre o centro da América do Sul – região que “atrai” o frio polar -, assim como as condições de umidade, pressão atmosférica e correntes aéreas sobre a Amazônia Ocidental, conjunto este que permite identificar a formação e o avanço de uma onda polar na direção do Acre.

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