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Alessandra Marques sai em defesa do ‘voto auditável’ após ministro falar de confiança das urnas no Acre

Por Redação Juruá em Tempo. 02/08/2021 12:49
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Depois que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, disse em visita ao Acre que o uso das urnas eletrônicas é confiável e que a tecnologia passa por checagem e investigação antes, durante e após o processo eleitoral, a promotora de Direito do Consumidor, Alessandra Marques, usou as suas redes sociais nesta segunda-feira (2) para dizer que é a favor do voto auditável.

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Marques compartilhou uma imagem que ganhou repercussão na internet nos últimos dias com a frase “Eu defendo o voto auditável”. O mote é também usado por grupos que defendem o voto impresso no Brasil.

A postagem foi compartilhada por diversos internautas que apoiaram a promotora.

Procurada pela reportagem do ContilNet para comentar o assunto, ela disse que sua opinião sobre o voto impresso é o que diz um artigo também divulgado em suas redes sociais, com o título “Brasil, Butão e Bangladesh usam urna eletrônica sem comprovante de voto impresso”.

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Alessandra foi escolhida pelo Ministério Público do Acre (MPAC), em 2018, para ocupar o cargo provisório de Promotora Eleitoral.

O que disse o ministro Barroso sobre o assunto?

Na última semana, quando participou da inauguração da nova sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o presidente do TSE, Roberto Barroso, disse que as urnas eletrônicas são seguras.

“Desde 1996, jamais se documentou na vida brasileira um episódio de fraude nas eleições, com as urnas, mas quando tínhamos voto impresso, os absurdos eram inúmeros, incluindo o sumiço de cédulas, etc. Em um país que ainda tem muitos casos de compra e venda votos, ter voto impresso não é mais seguro que usar urna eletrônica. O discurso de que “se eu perder, houve fraude” é de quem não aceita a democracia. As urnas são auditadas antes, durante e depois das eleições. A ideia de que voto impresso é voto auditado é uma mentira. As urnas já são auditadas”, destacou o ministro.

  • Por Everton Damasceno, do Contilnet.
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