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Fiocruz mantém tendência de crescimento das síndromes respiratórias no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.5 de agosto de 20212 Minutos de Leitura
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Divulgado nesta quarta-feira (4) o novo boletim da Fiocruz diz que 3 Estados, entre eles o Acre, apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo nas síndromes respiratórias agudas graves (SRAG). Além do Acre, Mato Grosso do Sul, e Pará, completam a lista.

Dentre os demais, 9 apresentam sinal de queda na tendência de longo prazo.

“O estado do Acre apresenta sinal forte de crescimento na tendência de longo prazo, e moderado na tendência de curto prazo”, diz a Fiocruz. A estimativa é de possibilidade de mais de 75% para que isso aconteça, o que foi projetado no boletim anterior.

Mato Grosso do Sul e Pará apresentam sinal moderado de crescimento na tendência de longo prazo, sendo que no caso do Pará também se observa o mesmo nível para a tendência de curto prazo.

No Ceará observa-se sinal forte de crescimento na tendência de curto prazo, porém com sinal de estabilidade na tendência de longo prazo. Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, e São Paulo.

A Fiocruz observa sinal de estabilidade nas tendências de longo e curto prazo em 11 Unidades da Federação: Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, e Rondônia.

“Embora os sinais de tendência sejam na maioria positivos, indicando poucos estados atualmente com sinal de crescimento nas tendências de longo ou curto prazo, os valores semanais continuam elevados, como apresentado pelo indicador de transmissão comunitária. Com exceção de Roraima que já apresenta nível epidêmico, todos os estados apresentam macrorregiões em nível alto ou superior, sendo que 7 estados e o Distrito Federal apresentam macrorregiões em nível extremamente elevado. Isso evidencia a necessidade de manutenção de medidas de mitigação da transmissão e proteção à vida”, diz a Fundação.

  • Por Edmilson Ferreira, do AC24horas.
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