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Morador de Rio Branco usa as redes sociais para denunciar peça de raio-X descartado de forma irregularmente

Por Redação Juruá em Tempo.31 de agosto de 20212 Minutos de Leitura
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Um morador da cidade de Rio Branco (AC) utilizou as redes sociais para realizar uma denúncia informando que um pedaço de uma peça da máquina de raio-X foi descartada próximo a Fundação Hospital Estadual do Acre. De acordo com o denunciante, ele perguntou de um amigo – que é técnico em radiologia sobre a peça encontrada. O amigo confirmou que a peça é parte de uma máquina de raio-X.

Na denúncia, o homem cobra que o Ministério Público do Estado do Acre, a Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre), e o governador Gladson Cameli tomem providências urgentes, uma vez que o material da peça é radioativo e pode causar danos irreparáveis para a saúde humana.

Segundo é informado no site do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear, aparelhos de raios-X não contêm material radioativo; logo, a norma da CNEN que dispõe sobre a gerência de rejeitos radioativos não é aplicável nesse caso. Sendo assim, o CDTN não recebe esses aparelhos.

Para descartar aparelhos de raios-X, as orientações da instituição são as seguintes:

1. Remover qualquer indicação de radiação que houver no aparelho;
2. Retirar a ampola/tubo de vidro do equipamento, acondicionar com segurança para evitar que quebre e encaminhá-la para reciclagem (é semelhante a uma lâmpada) para aproveitamento de cada parte, ou descartar em aterro sanitário licenciado;
3. Cortar o fio de energia elétrica do equipamento;
4. Encaminhar a sucata metálica (basicamente chumbo) para reciclagem;
5. Se o equipamento tiver sido fabricado antes de 1981, pode ter ascarel no transformador. Por ser um produto muito perigoso, o ascarel deve ser drenado cuidadosamente, ser acondicionado em frasco hermético e destinado para incineração em equipamento especialmente licenciado para fazer esse serviço.

Acidente Radioativo em Goiânia

O maior acidente radiológico do mundo começou quando no dia 13 de setembro de 1987, quando dois catadores de recicláveis acharam um aparelho de radioterapia abandonado. Eles desmontaram e venderam em um ferro velho de Goiânia.

Eles não tinham noção de que se tratava do Césio-137 – altamente radioativo; o pó de coloração azul que ficava no equipamento causou quatro mortes e contaminou, pelo menos, 249 pessoas.

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