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Sérgio Reis se arrepende de vídeo polêmico: “Cancelaram 4 shows e 2 comerciais”

Por Redação Juruá em Tempo.19 de agosto de 20213 Minutos de Leitura
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Sérgio Reis, de 81 anos, não está nada contente com a repercussão gerada pelo vazamento do vídeo em que defende o governo e convoca a população para manifestar a favor do impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo o cantor, a situação tem afetado seu ciclo social e, principalmente, seu bolso. “Querem me massacrar. Já estou tendo prejuízo. Cancelaram quatro shows e dois comerciais que ia fazer agora. Tiraram do ar um que faço para um supermercado de Curitiba. Vão tirar por um mês do ar e esperar para ver o que acontece”, declarou Sérgio Reis em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco.

O ato é a favor de Bolsonaro e defende pautas como a destituição dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e o voto impresso. Sérgio Reis fala que a manifestação vai acontecer do dia 4 a 6 de setembro, para não atrapalhar o desfile organizado por Bolsonaro para o dia 7, e que o foco principal vai ser Brasília.

“Estamos fazendo um movimento para salvar o nosso país, uma coisa séria. Queremos fazer um movimento clássico, sem agressões, sem nada. Queremos dar um jeito, movimentar o país e salvar o nosso povo”, diz o sertanejo. “Estamos nos preparando judicialmente para fazer uma coia séria, para que o governo tome uma posição, que o exército tome uma posição, mas se o povo não tomar essa decisão não dá mais. Não aceito mais a situação que está o nosso país”, continua.

Em outro vídeo, Sérgio Reis fala que o protesto durará 72 horas e transportes que não sejam caminhões vão ser impedidos de trafegar por diferentes cidades brasileiras. “O Brasil inteiro vai estar parado. Ninguém trafega, ninguém sai. Ônibus volta para trás com passageiros. Só vai passar polícia federal, ambulância, bombeiro e cargas perecíveis. Fora isso, ninguém anda no Brasil”, diz.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o ato organizado por Sérgio Reis está com dificuldade de conseguir apoio de caminhoneiros. “Nós não estamos nesse movimento, pois não existe pauta para a categoria. O que estão fazendo é politicagem e nada mais fora disso”, diz o presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas, Plínio Dias, em entrevista ao jornal.

Segundo Chico Alves, colunista do UOL, Dias acrescentou: “Sérgio Reis não representa nem os artistas, quanto mais os caminhoneiros”. Já outro líder da classe, Wallace Landim, o Chorão, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de VeículosAutomotores (Abrava), afirmou à coluna: “Não nos envolvemos com política, nem a favor de governo ou contra governo, nem a favor do STF ou contra o STF”, diz ele. “Quero deixar claro que não participamos disso”, enfatizou. 

Joelmes Correia, do movimento GBN Pró-caminhoneiro autônomo independente, diz que o ato conta com mais apoio de pessoas ligadas ao agronegócio e que os organizadores querem usar a força da categoria para ganhar visibilidade. “Claro que muita coisa pode mudar até lá, principalmente se convencerem [os organizadores] a levantar alguma pauta de benfeitoria a longo prazo para a categoria dos caminhoneiros. Mas eu não vejo muito futuro”, diz.

  • Fonte: IG.
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