Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Pisada dos Txana transforma cantos ancestrais em música para divulgar cultura indígena
  • Acre fixa em R$ 5,40 preço médio dos combustíveis para cálculo do ICMS
  • Israel Salazar fará show gospel no aniversário de Mâncio Lima
  • Mâncio Lima abre inscrições para o Concurso Rainha do Rodeio 2026
  • Assustados, moradores encontram bode morto em encruzilhada no Acre
  • Coronel Ulysses destina R$ 500 mil para fortalecer a saúde em Bujari
  • Mulher grávida é presa com droga e arma em Mâncio Lima após queima de viaturas
  • Ana Castela planeja pausa na carreira para ajudar o pai na Fazenda
  • Shakira vai trazer os filhos para show no Rio: ‘Mostrar as belezas do Brasil’
  • Anvisa suspende venda de xaropes com clobutinol
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, abril 28
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

TJ mantém pena e perda da farda para militares que torturaram vítima em sua residência

Por Redação Juruá em Tempo.19 de agosto de 20212 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Pleno Jurisdicional do Tribunal de Justiça do Acre, em decisão unânime, na sessão desta quarta-feira, 18, julgou improcedentes os embargos infringentes e de nulidade interpostos pelos ex-militares, Anailton Oliveira da Cunha e Ângelo Gleiwitz Moreira, mantendo condenação deles a mais de nove anos de reclusão em regime inicial fechado.

Além disso o pleno do TJAC, manteve a perda do cargo público e interdição para o exercício do mesmo cargo, função ou emprego público pelo dobro da pena aplicada pelas práticas dos crimes de tortura e pressão psicológica à vítima com a finalidade de obter informação.

Em seu voto, o desembargador-relator Luís Camolez enfatizou que, pela prova testemunhal colhida na audiência de instrução, restou provada que os réus se valeram da condição de policiais militares para capturar o rapaz (vítima), submetendo-o a sessão de agressões físicas e terror psicológico.

“Os embargantes utilizaram viatura descaracterizada para circular com a vítima pela cidade, ocasião que recebeu vários socos, golpes na cabeça com uso de uma pedra, ouviu ameaças de morte com uma arma de fogo apontada na direção da cabeça e, depois, foi pregado numa escadaria, tudo isto com a finalidade de revelar a localização dos bens furtados da residência do policial militar que está entre os réus”, diz trecho do acórdão.

Em 2018, o Ministério Público do Estado do Acre apresentou denúncia contra os dois militares, pela prática do crime de tortura, no bairro Papoco, em Rio Branco, constrangido com emprego de violência e grave ameaça, um rapaz, para obterem informações acerca do paradeiro dos objetos furtados pertencentes a um dos envolvidos.

  • Por Lucas Vitor, do AC24horas.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.