Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • VÍDEO: Balsa tomba e derrama óleo diesel no Rio Tarauacá, em Jordão
  • “Não tem buraco”: vídeo viral ironiza condições da BR-364 no Acre
  • Ônibus tomba na rota La Paz–Cobija, deixa ferido e expõe estado crítico de rodovia
  • Chuva derruba árvore sobre casa e causa falta de energia no interior do Acre
  • Cãominhada solidária em Cruzeiro do Sul arrecada ração para animais
  • Chuvas intensas causam alagamentos e prejuízos em Mâncio Lima
  • Elevação do Rio Juruá continua em Cruzeiro do Sul
  • Paciente do Acre é transferido em UTI aérea para hospital referência em cardiologia no Recife
  • Cheia no Juruá: governo envia 200 cestas básicas para famílias atingidas em Cruzeiro do Sul
  • Acre concentra 60% dos jogos sob suspeita de manipulação no Brasil em 2026; presidente da federação se manifesta
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, abril 25
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Mapa faz campanha contra entrada de carne suína estrangeira no país

Por Redação Juruá em Tempo.10 de setembro de 20213 Minutos de Leitura
Brasiléia (Acre) Investimentos de aproximadamente R$ 2,5 milhões, contratação e qualificação de mão de obra local, localização estratégica para expansão de mercado visando à rota de exportação via Pacifico. Esses são apenas algumas referencias superficiais que podem ser dadas sobre a granja Dom Porquito. Indústria instalada as margens da BR-317, em Brasileia que atua na produção de suínos por meio de inseminação artificial. A proposta da granja é ofertar no mercado carne suína ultralight, ou seja, como uma ‘capa’ de gordura menor que encontrada em suínos de criação convencional. A meta da empresa é chegar ao abate de 400 animais por dia e expandir seu comércio para o Peru e para Bolívia, via rota do Pacífico. A previsão do empresário e engenheiro de alimentos Paulo Santoyo é que a indústria tenha receita entre R$ 120 a R$ 140 milhões.
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Entrou em vigor nesta sexta-feira (10), em todo o país, decisão do Ministério da Agricultura (Mapa) proibindo a entrada, em território nacional de produtos de origem suína de todos os países. A proibição inclui bagagens de viajantes que ingressarem no Brasil e bagagens desacompanhadas.

O comunicado do MP diz que a medida é temporária e tem como objetivo evitar a introdução do vírus da Peste Suína Africana (PSA) no país. Até o momento, a restrição se limitava para entrada de produtos de origem suína de países com casos de PSA registrados nos últimos três anos.

A proibição consta na atualização da lista de mercadorias autorizadas, estabelecida pela Instrução Normativa nº 11/2019, e busca permitir a melhor fiscalização de fronteira desempenhada pelas unidades da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).

A exceção está para os produtos suínos enlatados – esterilizados pelo calor. Para estes, continua permitido o ingresso no país, desde que estejam com a embalagem original, identificados adequadamente e em quantidade condizente para consumo próprio do viajante, não permitida a comercialização ou distribuição.

O Mapa ressalta ainda que a proibição do ingresso de produtos de origem suína não vale para as importações regulares de qualquer país, quando atendidos aos requisitos brasileiros de importação, e tais mercadorias podem ser destinadas ao amplo comércio e distribuição em todo o território nacional.

A Peste Suína Africana é uma doença viral que não oferece risco à saúde humana, mas pode dizimar criações de suínos, pois é altamente transmissível. No Brasil, o último foco da doença foi registrado em 1981 e o país foi declarado livre da PSA em 5 de dezembro de 1984. Uma reintrodução do vírus no país afetaria a economia brasileira.

Desde a confirmação da doença nas Américas, no dia 29 de julho de 2021, auditores fiscais federais agropecuários têm reforçado a fiscalização em bagagens de passageiros internacionais. Os produtos proibidos de ingressarem no país são apreendidos e destruídos.

Até o momento, já foram fiscalizados 385 voos. Ao todo, foram 2.196 malas inspecionadas com apreensão de 201 quilos de produtos de origem suína. Para ajudar nas ações de prevenção da PSA, o Mapa tem reforçado, nas redes sociais, orientações aos viajantes e suinocultores.

Com o slogan “Peste Suína Africana, aqui não!”, a campanha orienta viajantes a não trazerem nas bagagens carne de suínos, linguiças, presuntos, salsichas ou qualquer produto derivado de suíno ou javalis. Outra medida é que não visitem fazendas de criações de suínos e não participem de caçadas de porcos selvagens no exterior e quando chegarem ao Brasil.

Já para os suinocultores, a orientação é que não alimentem os animais com restos de comida; evitem o contato dos porcos com visitantes, especialmente se tiverem viajado recentemente para outro país; mantenham os suínos presos para que não tenham contato com porcos selvagens; desinfetem equipamentos, veículos e materiais utilizados na granja e verifiquem regularmente a saúde dos suínos da fazenda.

A campanha é realizada pelo Mapa em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), a Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS) e o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa).

  • Por Tião Maia, do Contilnet.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.