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Açaí em caroço chega cada vez mais caro em Rio Branco e produto dá sinais de escassez

Por Redação Juruá em Tempo.18 de outubro de 20212 Minutos de Leitura
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O mercado interno do açaí é muito promissor, segundo avalia o ex-secretário de Agricultura e produtor rural no Acre, José Carlos Reis, mas é necessário investir em áreas de cultivo para fazer frente à demanda. Há sinais claros de baixa oferta no mercado de Rio Branco, por exemplo.

Há uma logística cada vez mais complicada e outros fatores, como o clima, tem escasseado o produto. “Há um mês o açaí estava R$35 a lata e hoje soube que está R$ 60”, afirmou.

O valor decorre da falta de açaí. “Mais de 90% do açaí consumido em Rio Branco vem do extrativismo”, disse.

Ele acredita que a falta de açaí seja momentânea e os preços devem retomar a patamares menores. “Minha luta é plantar 10 mil hectares de açaí envolvendo grandes produtores. Quero fazer um grande projeto para trazer dinheiro de fora, a fundo perdido”, disse ele, comparando o açaí à pecuária: “tem liquidez”.

O açaí de touceira (olerácea) que veio do Pará, não evolui da mesma maneira que o solteiro (touceira) no Acre. “Precisamos apurar uma espécie de açaí que produza mais cedo”, disse. O solteiro produzia só com oito anos mas evoluiu e já tem frutos com cinco anos de cultivo. A meta é reduzir ainda mais esse período com melhoramento.

Trata-se de uma cultura muito simples, tem poucas doenças por ser nativo e exige baixo conhecimento. Não há necessidade de gradear o solo.

O Governo Federal subsidia com cerca de R$0,30 o preço do quilo do açaí, valor insuficiente para compensar os valores praticados na entressafra. Reis questiona a efetividade desse bônus: “com relação ao subsídio acho difícil ele acompanhar por conta dessa disparada por falta de produto, subsídio é empregado quando o preço despenca e governo tenta compensar o produtor para se chegar ao preço mínimo, justamente o contrário que está acontecendo hoje no acre . Preço disparou, não vejo por que subsidiar. Posso estar enganado, mas essa é minha opinião”.

  • Por Edmilson Ferreira, do AC24horas.
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