Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Porto Walter conquista Selo Prata no Compromisso Nacional com a Alfabetização
  • Atleta acreano entra para o top 50 mundial do esqui cross-country nos Jogos de Inverno, em Milão
  • Novo preço médio do etanol no Acre passa a valer em 16 de fevereiro
  • Navio Hospitalar Dr. Montenegro faz 120 atendimentos por dia em Cruzeiro do Sul
  • Bebê de 1 ano que se afogou em caixa d’água morre em Rio Branco
  • Vazante do Rio Juruá deixa nível abaixo da cota de alerta em Cruzeiro do Sul
  • Baixa do Rio Juruá dificulta travessia de balsa entre Rodrigues Alves e Cruzeiro do Sul
  • Idoso de 78 anos desaparece após sair de canoa no Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul
  • Primeira parcela do FPM injeta R$ 72,7 milhões nos municípios do Acre
  • Investigação do MP vai apurar possíveis irregularidades em empréstimos consignados na Prefeitura de Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, fevereiro 10
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Aumentar teto para pagar auxílio prejudicará os mais pobres, alertam economistas

Por Redação Juruá em Tempo.23 de outubro de 20214 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A alta do dólar e a pressão fiscal com o aumento das despesas do governo, devido à mudança no teto de gastos para pagar auxílio de R$ 400 prometido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a pouco mais de um ano das eleições, levam bancos e consultorias a projetarem mais inflação e aumento acima do previsto nas taxas de juros.

Algumas casas projetam juros acima de 10% em 2022 e o estouro da meta de inflação, além deste ano, também em 2022. Resultado: os mais pobres, que deveriam ser os beneficiados pela medida do governo, poderão acabar sendo os mais prejudicados, pois a inflação corrói o valor do dinheiro, especialmente da população alvo do auxílio prometido. E toda a economia sofre com altas nas taxas de juros, a única alternativa do Banco Central para tentar conter os aumentos de preços, ja elevados.

Veja abaixo a opinião de alguns economistas, ouvidos pelo Jornal Nacional, sobre os efeitos das recentes medidas do governo Bolsonaro, com aval do ministro Paulo Guedes.

MARCELO NERI, ex-presidente do Ipea – “Eu acho que a gente talvez não esteja fazendo nem uma coisa econômica nem social. A gente está criando uma grande incerteza, que é ruim para todo mundo. Perdem as finanças públicas, a economia, perdem as pessoas, em particular os mais pobres. Então, eu acho que a gente não está numa boa agenda nem econômica nem social. O risco é de um efeito bumerangue. O dinheiro, que deveria ajudar, acaba perdendo valor por causa da inflação”.

SIMÃO SILBER, professor da USP – “As medidas que o governo anunciou nessa semana têm um efeito desfavorável sobre aqueles que vão receber o Auxílio Brasil. Por quê? Porque ao aumentar a taxa de câmbio e ter um efeito sobre a inflação, isso corrói o valor dos R$ 400 que estão prometidos pelo governo em 2022. E, obviamente, para o público em geral, não há essa avaliação de uma forma adequada, porque é um pessoal muito simples que, recebendo os R$ 400, vai perceber que a inflação subindo corroeu o poder aquisitivo desse dinheiro parcialmente. A vítima é sempre conhecida: é o cidadão brasileiro. O governo procurou um caminho populista, de segunda linha, que é muito desfavorável para o cidadão brasileiro”.

MAÍLSON DA NÓBREGA, ex-ministro da Fazenda – “O teto de gastos foi feito para limitar despesa que o governo consegue controlar e eliminar do controle da inclusão no teto de outras que ele não tem controle. O abandono da lógica do teto de gastos pode gerar dificuldades para tomar decisões de investir, tomar decisões de consumir, a taxa de juros vai subir mais. A inflação, tal como ela está hoje, prejudica essencialmente as camadas menos favorecidas, porque ela é uma inflação que afeta essencialmente alimentos e energia. Portanto, energia tem a ver com transportes. Alimento tem a ver com a cesta básica. Portanto, o pobre sofre mais”.

ZEINA LATIFF, colunista do Globo – “Estamos falando de uma política mal desenhada, sem nenhum esforço para contenção de gastos. Pelo contrário. A PEC dos Precatórios (usada como instrumento de última hora para mudar o teto de gastos) está aumentando ainda mais o espaço para gastos com objetivos eleitorais, o que fere a regra do jogo democrático”.

ALEXANDRE SCHWARTZMAN, ex-ex-diretor de Relações Internacionais do Banco Central do Brasil – “Há outras alternativas para bancar esse programa que não envolveria toda essa gambiarra ao redor do teto. Um exemplo claro: emendas do relator. Por que a gente vai gastar R$ 20 bilhões com as emendas de relator? Por que que a gente vai manter o fundo eleitoral para esse ano? Então, a gente vai olhar para o conjunto de programas que tem no Brasil, a gente vai convencer que todos eles são meritórios e eficientes e que não tem nada para ser melhorado? Precisa ser muito ingênuo para acreditar nesse tipo de coisa”.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.