Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Professora Kelce Nayra é a nova Secretaria de Educação de Rio Branco
  • CB Vida na Comunidade ocorre hoje com serviços de saúde e bem-estar
  • Colisão entre motos deixa dois homens feridos na BR-317, em Assis Brasil
  • Caixa libera vale-recarga do programa Gás do Povo a famílias
  • Sábado deve ser quente e abafado, com sol e chuvas pontuais no Acre
  • Homens são 92% das vítimas de homicídio no Acre em 2026
  • Acre registra queda nos homicídios, mas aumento nas tentativas em março de 2026
  • Condenado por ataques de 8 de janeiro pede transferência para o Acre para ficar perto da mãe
  • Ação do MP no Acre oferece serviços gratuitos para pessoas com TEA
  • Ex-atletas do Vasco-AC suspeitos de estupro coletivo serão ouvidos em audiência
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, abril 11
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Últimas Notícias

Casa onde morreu Chico Mendes em Xapuri vive segunda tragédia 33 anos depois

Por Redação Juruá em Tempo.31 de outubro de 20213 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Fotografada mais de uma centena de milhares de vezes nos últimos 33 anos, como símbolo da luta do sindicalista Chico Mendes e por ter sido palco da tragédia em que ele foi morto a tiros em dezembro de 1988, com suas imagens rodando ao redor do mundo, a casinha simples em madeira e coberta de telhas de barro em que o sindicalista viveu com sua família está sendo palco de mais uma tragédia: desta vez, ao invés de balas, o abandono.

Localizada no centro de Xapuri, com o fundo do quintal dando acesso às margens do rio Acre, a casinha pintada em azul com as portas e janelas em rosa choque, do mesmo jeito que era enquanto Chico Mendes ali vivia coma a mulher Ilzamar e os filhos Elenira e Sandino, até aquela fatídica noite de 22 de dezembro de 1988, foi tombada como centro de memória do sindicalista, uma espécie de pequeno museu onde foram guardados livros e outros objetos usados por ele e sua família. Nesta condição, a casinha passou a referência turística nacional e internacional de pessoas interessadas em conhecer a história de Chico Mendes e do movimento ambientalista que ele empreendeu, mas hoje está em completo abandono.

Nos últimos dois anos, fechada e coberta pelo mato, o que deveria ser um centro de memória ou mesmo um museu dedicado a um herói brasileiro e mártir do movimento ambientalista internacional, além de ameaçada de desabar, está vivendo no mais completo abandono. E não é por falta de procura dos turistas, conforme revela Maria Taís da Silva, 25 anos, secretária da Amoprex (Associação de Moradores e Produtores da reserva Chico Mendes), que funciona ao lado do imóvel fechado. “Todos os dias batem pessoas aqui, vinda de outros estados do Brasil, ou daqui mesmo, e do exterior, querendo saber o motivo de a casa viver fechada. Eles acham que nós, da Associação, temos a chave querem que a gente abra a casa Eu não entendo a razão deste abandono”, diz a secretária.

Maria Taís diz que há muita procura de turistas/Foto: ContilNet

A casa está fechada desde 2015, no Governo Tião Viana, cujo governador, filiado ao PT, era aliado de Chico Mendes e de cujo símbolo os governos da Frente Popular do Acre (FPA) se alimentaram durante 20 anos de poder no Estado. Com as cheias do rio Acre desde a época inicial do abandono, em 2015, os barrotes da casinha passaram a ser ameaçados com a inundação que naquele ano afogou praticamente toda Xapuri. Passada a inundação, o imóvel continuou fechado e não recebeu nenhum benefício de recuperação.

O alerta de risco de desabamento foi feito dia 25 de julho deste ano em laudo de vistoria apresentado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O imóvel está tombado pelo IPHAN desde 2007 como imóvel e bem cultural acreano como Patrimônio Histórico do Brasil. O laudo aponta que, além do deslizamento de terra onde a casa está instalada, a madeira que a cerca está apodrecida e que se providências não forem tomadas, a ruína é inevitável.

Com informações ContilNet

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.