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Cerca de 48 famílias continuam dependendo do aluguel social após enchente histórica em Cruzeiro do Sul

Por Redação Juruá em Tempo.20 de outubro de 20212 Minutos de Leitura
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Ao menos 48 famílias, continuam vivendo no aluguel social, custeado pela prefeitura, oito meses a maior enchente de Cruzeiro do Sul ter desabrigado cerca de 250 pessoas,

As informações foram confirmadas pela coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Vanda de Oliveira. De acordo com ela, hoje, 56 famílias estão vivendo em aluguel social na cidade, a maioria por conta da enchente.

Mesmo com vazante, a alagação continua trazendo prejuízos, como a erosão de vários pontos da cidade, fazendo com que dezenas de famílias perdessem tudo o que tinham.

A prefeitura gasta, em média, de R$ 22,4 mil por mês com o aluguel dessas famílias. Segundo a coordenadora, além desse suporte, também são feitas ações com entregas de sacolões de alimentos e produtos de limpeza.
“Muitos perderam realmente suas casas por conta enchente, não tiveram condições de recuperar e, até então, o município ainda não conseguiu um outro local, ou fazer a construção de casas. Além dessas famílias, também temos famílias que foram atingidas por desabamento após temporais aqui na região que estão em aluguel social, além de pessoas que tiveram casas incendiadas e ficaram sem ter onde morar”, disse Vanda.

Enchente histórica

Em fevereiro desse ano, o Rio Juruá, passou cerca de quatro meses acima da cota de alerta, que é de 11,80 metros, registrando assim, uma cheia histórica que chegou a atingir 33 mil pessoas em diversas áreas do município.

Na época, Zequinha Lima, prefeito de Cruzeiro do Sul, decretou situação “anormal”, que é de emergência nível dois, nas áreas atingidas pela cheia do rio e igarapés da região.

250 pessoas chegaram a ser removidas de suas casas e levadas para abrigos, além dessas, 3.952 foram para casas de familiares. Pelos menos 20 bairros e comunidades chegaram a ser atingidos.

Em meio à enchente histórica, mais de 100 famílias chegaram a ficar em aluguel social, segundo informou a coordenadora do Cras, além das centenas de pessoas desabrigadas e desalojadas.

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