Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Polícia prende homem suspeito de estuprar a própria filha de 11 anos
  • Falsa biomédica que deformou pacientes é presa novamente no AM
  • Flávio Bolsonaro aciona governo Trump e alerta que tarifaço de 25% pode entregar “vitória política” a Lula
  • Prefeito e vice de Cruzeiro do Sul negam rompimento político e reforçam parceria
  • Homem é morto com sete facadas na zona rural de Rodrigues Alves
  • Mais de 22 mil acreanos renegociam dívidas; inadimplência atinge 47,99%
  • Mâncio Lima recebe R$ 298,5 mil para construir galpão de apoio à agricultura familiar
  • Exportações de frutas brasileiras reforçam liderança do país no mercado externo
  • Laudo descarta contaminação do Rio Tarauacá após vazamento de 15 mil litros de diesel
  • Cantor Neto Araújo, ex-Cavaleiros do Forró e vocalista da Collo de Menina, morre aos 42 anos
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, julho 2
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Pesquisadores trabalham na criação de adubos orgânicos que aumentem a produção e reduzam custos dos produtores no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.25 de outubro de 2021Updated:26 de outubro de 20213 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Após ficar um longo período desativado, o viveiro de espécies nativas da região Amazônica, que fica na Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac), foi reativado após uma parceria com um grupo de pesquisa da Universidade Federal do Acre.

Antes de chegar até o plantio no viveiro, os pesquisadores trabalham em um laboratório de sementes que foram coletadas em áreas de floresta. Lá, eles fazem a limpeza e também estudam em quantos dias e até a qual temperatura as sementes de espécies diferentes começam a germinar.

“As sementes são coletadas em florestas no estado do Acre e são condicionadas no laboratório de sementes da Funtac e iniciamos o primeiro processo de limpeza dessas sementes. E então realizamos testes de germinação. Após essa primeira etapa, as sementes são conduzidas ao viveiro, onde são trabalhados os testes de substratos alternativos e isto é acompanhado pelo período de 90 a 150 dias no viveiro”, explica o doutorando de produção vegetal, Cleverson Carvalho.

O pesquisador diz que o trabalho é importante para compreender qual a melhor forma, período e até a luz para fazer o plantio.

“A Amazônia é rica em biodiversidade, muitas espécies ainda não conhecemos o processo germinativo, não sabemos qual melhor temperatura, qual melhor fotoperíodo, se as sementes são fotoplásticas positivas (que germinam na presença de luz) ou negativas (que não germinam sem a presença de luz). Então, muitas sementes a gente não tem conhecimento a respeito da ecofisiologia e iniciamos no laboratório de sementes a montagem de experimentos, em que avaliamos a questão da fotoplastia e a melhor temperatura de germinação”.

No processo acompanhado pela equipe da Rede Amazônica, as sementes estudadas pelo grupo de pesquisadores foram as de ipê. Porém, são trabalhadas outras espécies como açaí e rambutan.

Depois de passar por essa fase é que elas estão prontas para serem plantadas e cultivadas no viveiro.

“Estamos trabalhando com espécies de interesse madeireiro, como o caso do mogno, itaúba, guariuba e também espécies frutíferas nativas, como é o caso do açaí. E com potencial de desenvolvimento aqui na região, o rambutan, que é uma espécie exótica, mas que agrega muito valor. A castanha também tem sido pesquisada sobre a produção de mudas”, diz Carvalho.

Pesquisa reativa viveiro da Funtac e mais de cinco mil mudas foram produzidas em dois anos — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

Adubos orgânicos que reduzem custos

O projeto completou dois anos e, nesse período, foram distribuídas mais de 5 mil mudas. Além disso, o grupo fez mais de 50 pesquisas, trabalhos e experimentos.

Em um dos espaços, a pesquisa foca principalmente na criação adubos orgânicos que aumentem a produção e possam reduzir custos para os produtores rurais.

“As pesquisas realizadas na Funtac têm contribuído para produção de mudas com a utilização de resíduos orgânicos da agroindústria, que é uma alternativa de baixo custo para produção de mudas. Os substratos alternativos têm proporcionado a produção de mudas de baixo custo. Levando assim o pequeno produtor a alternativa de produzir na sua propriedade as suas mudas”, acrescenta.

A parceria do grupo de pesquisa com a Funtac tem dado resultados positivos e a fundação já pensa em expandir e buscar novas parcerias, principalmente no interior do estado. A ideia é criar áreas conectadas e garantir que as produções sejam sustentáveis, mas também garantam renda ao produtor rural.

“Estamos fazendo 10 áreas, que são áreas de extração de látex e em parceria com essas áreas, vamos fazer o sistema agroflorestal, com frutíferas, arbóreas, leguminosas, verduras. A intenção é, além de manter a floresta em pé, deixar renda dentro da comunidade”, afirma o presidente da Funtac, Tom Sérgio.

  • Fonte: g1.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.