Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Ação do MP no Acre oferece serviços gratuitos para pessoas com TEA
  • Ex-atletas do Vasco-AC suspeitos de estupro coletivo serão ouvidos em audiência
  • Tomate e feijão puxam alta da cesta básica alimentar em Rio Branco no mês de março
  • Justiça obriga prefeitura de Cruzeiro do Sul a adotar medidas urgentes em comunidade sem infraestrutura básica
  • Navio hospitalar deixa Cruzeiro do Sul na próxima semana
  • Empresário bilionário João Adibe conhece o Acre e visita revendedores da Cimed
  • MPF quer que R$ 1 milhão por falhas em aeroportos do Acre vá para pessoas com deficiência
  • Por unanimidade, justiça torna Mazinho réu por suposta prática de crime de responsabilidade fiscal
  • Homem é preso por cultivar pés de maconha em Rodrigues Alves
  • Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável em Marechal Thaumaturgo
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, abril 11
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Países ameaçam barrar produtos brasileiros devido ao desmatamento na Amazônia

Por Redação Juruá em Tempo.18 de novembro de 20213 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O cerco a produtos extraídos de áreas onde há desmatamento está se fechando para países tropicais, como o Brasil. Segundo especialistas ouvidos pelo GLOBO , a proibição de importações de commodities cultivadas em áreas desmatadas, proposta pela União Europeia (UE) ao Parlamento do bloco nesta quarta-feira (17), também pode se repetir em outros mercados, como os Estados Unidos, a China e o Reino Unido.

Secretário-executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini destacou que há uma legislação sendo apreciada no Congresso americano que amplia o leque de produtos, incluindo soja, couro e carnes, que não podem ser comprados de áreas desmatadas. Já os chineses declararam que, em algum momento, vão exigir o desmamento zero no comércio internacional.

“Em um mundo ideal, o Brasil não deveria se assustar com esse projeto da União Europeia, pois é algo a ser perseguido sempre. O problema é que o país é comandado por uma pessoa que está a serviço do desmatamento e da destruição ambiental. O perigo não é a lei europeia, e sim o presidente que a gente tem”, afirmou Astrini, referindo-se ao presidente Jair Bolsonaro.

Welber Barral, consultor da BMJ, lembrou que existe um projeto de lei similar ao da UE em evolução no Reino Unido: uma regulamentação que cria restrições à importação de produtos que advenham de áreas de desmatamento.

“Isso pode significar novas barreiras às exportações brasileiras”, disse.

Nos bastidores, fontes das áreas diplomática, econômiica e de comércio exterior tentavam entender o texto do projeto. As expressões mais ouvidas pelo GLOBO foram que a medida é “punitiva”, ‘criminalizante de produtos tropicais” e que “parece muito ruim”. Mas uma posição fechada a respeito do tema só será conhecida nos próximos dias.

Para o ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, Pedro Camargo, é até positiva a exigência de rastreabilidade de produtos brasileiros pelos europeus, e até esperado. Porém, ele avalia que a UE extrapolou, ao incluir na restrição o desmatamento legal após dezembro de 2020, e não apenas o desmatamento ilegal.

“Isso é interferir na legislação nacional e não está previsto nas regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). É um erro deles que somente vai tumultuar”, afirmou Camargo.

A especialista em comércio internacional e agronegócios da TozziniFreire Advogados, Vera Kanas, disse que iniciativas adotadas que promovam o cuidado com o meio ambiente nos países em desenvolvimento são bem-vindas. No entanto, é preciso que tais programas sejam bem estruturados, para evitar a armadilha do protecionismo.

“Exemplo claro é o plano anunciado pela União Europeia de obrigar o importador europeu de produtos como carne, soja, café e cacau a comprovar que nã se trata de fruto de desmatamento. Certamente, nenhum consumidor no século 21 gostaria de comprar um bem cuja produção causou prejuízos à natureza”, disse.

Segundo Vera Kanas, ao impor exigências desproporcionalmente difíceis de cumprir, a medida distorce as boas intenções e se converte em barreira não tarifária. Isso contraria a OMC.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.