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Pontes voltaram a ser bloqueadas e carros ficaram presos nos dois lados da fronteira entre Acre e Bolívia

Por Redação Juruá em Tempo.11 de novembro de 20212 Minutos de Leitura
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As pontes Internacional e Wilson Pinheiro, que ligam respectivamente, as cidades acreanas de Epitaciolândia e Brasiléia à Cobija, capital do departamento de Pando, foram novamente bloqueadas durante esta quinta-feira (11).

A nova manifestação se deu após os bolivianos que protestavam contra os altos preços da carne e dos alimentos da cesta básica não entrarem em um acordo com as autoridades locais para pôr fim ao movimento que se iniciou na quarta-feira (10).

As pontes já haviam sido liberadas no começo da manhã de hoje, assim, muitos brasileiros e bolivianos conseguiram atravessar a fronteira, mas ao retornarem foram surpreendidos com o novo bloqueio.

A manifestação está sendo encabeçada por associações de moradores e sindicato de mototaxistas que reivindicam o congelamento dos preços da carne e da cesta básica, além de outros produtos alimentícios, que segundo os manifestantes atingiram valores altíssimos.

Grande parte dos alimentos comercializados na Cobija, inclusive a carne, são oriundos do Acre, onde a situação da alta de preços também é uma realidade, o que indica que a população vizinha está sofrendo os efeitos da inflação que avança impiedosamente no Brasil.

Essa situação gerou protestos na cidade de Cobija e nos acessos às pontes Internacional (Epitaciolândia) e Wilson Pinheiro (Brasiléia) pelo lado boliviano. Somente pessoas a pé estão podendo transitar pelas ponte entre os dois países.

A relação de comércio entre as cidades da fronteira entre o estado do Acre e o departamento de Pando já não vinha sendo amigável desde o começo da alta do dólar, que afastou o turista brasileiro de Cobija.

A alta dos preços e a crise sanitária no Brasil acarretaram na diminuição do fluxo de bolivianos que antes lotavam os supermercados de Brasiléia e Epitaciolândia, onde faziam as chamadas “compras no grosso” para a própria manutenção ou para a revenda no lado boliviano.

Para os bolivianos, o bloqueio das pontes como pode ocasionar o risco de desabastecimento, já que grande parte das cargas que chegam a Cobija, especialmente os combustíveis, têm acesso pela Ponte Internacional de Epitaciolândia.

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