Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Foragido por estupro de vulnerável é preso durante ocorrência de som alto em Brasiléia
  • Acre entra em alerta duplo para chuvas intensas e ventos de até 100 km/h neste domingo
  • Homem é esfaqueado pela namorada durante discussão no bairro Base
  • Acre registra mais de 6,5 mil ocorrências de violência doméstica em 2025; Rio Branco concentra mais da metade dos casos
  • Em poucas horas, Polícia Civil identifica e prende suspeitos de furto em Cruzeiro do Sul
  • Discussão em frente a casa noturna termina em pancadaria com cerca de 10 pessoas na capital
  • Acre registra mais de 530 casos de síndrome respiratória grave nas primeiras semanas de 2026, aponta boletim
  • Estudo brasileiro cria exame de sangue para detectar câncer de mama
  • Alan Rick faz oração por Jair Bolsonaro durante ato de filiação partidária no interior do Acre
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul fará lançamento da Feira do Peixe na próxima quarta-feira
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, março 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

STF forma maioria pela suspensão de orçamento secreto

Por Redação Juruá em Tempo.9 de novembro de 20213 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter a liminar que suspende a execução das emendas do chamado “orçamento secreto”. Os ministros Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram com a relatora, ministra Rosa Weber. Os demais ministros têm até as 23h59 de quarta-feira para depositar seus votos na plataforma eletrônica.

Na sexta-feira, Rosa Weber suspendeu integralmente a execução das emendas de relator-geral, que somam cerca de R$ 18,5 bilhões na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021. A liminar foi concedida em ação movida em junho pelos partidos Psol, Cidadania e PSB contra as emendas do relator-geral da LOA, senador Marcio Bittar (MDB-AC). 

Para as legendas, as emendas, sancionadas em parte pelo presidente Jair Bolsonaro, não atendem a critérios objetivos, favorecendo aliados do governo e violando os princípios da impessoalidade e da transparência, previstos na Constituição Federal. 

Ao deferir a liminar, a ministra afirmou serem incompatíveis com a democracia “práticas que, estabelecidas à margem do direito e da lei, promovam segredo injustificado sobre os atos pertinentes à arrecadação de receitas, efetuação de despesas e destinação dos recursos públicos”. 

Segundo ela, há “evidente prejuízo do acesso da população em geral e das entidades de controle social aos meios e instrumentos necessários ao acompanhamento e à fiscalização da gestão financeira” do Estado. 

Rosa também determinou que se dê “ampla publicidade, em plataforma centralizada de acesso público”, a todos os documentos que embasaram as demandas e que resultaram na distribuição das emendas, inclusive com os nomes dos parlamentares solicitantes. A medida deverá ser cumprida em conjunto pelo Congresso Nacional, Presidência da República, Casa Civil da Presidência da República e Ministério da Economia. 

Ao seguir a relatora nesta terça, Cármen Lúcia disse que “a utilização de emendas orçamentárias como forma de cooptação de apoio político pelo Poder Executivo, além de afrontar o princípio da igualdade, na medida em que privilegia certos congressistas em detrimento de outros, põe em risco o sistema democrático”. 

Segundo a ministra, isso “compromete a representação legítima, escorreita e digna, desvirtua os processos e os fins da escolha democrática dos eleitos, afasta do público o interesse buscado e cega ao olhar escrutinador do povo o gasto dos recursos que deveriam ser dirigidos ao atendimento das carências e aspirações legítimas da nação”. 

“O controle de legalidade e da finalidade dos comportamentos e gastos dos recursos pela Administração Pública não pode ser escamoteado nem esvaziado pela sombra a impedir a garantia da transparência na gestão pública. As ações institucionais e a atuação dos agentes estatais são sempre de interesse público. O Estado põe-se a serviço dos cidadãos e como tal deve satisfação de seus atos.” 

Fachin, Barroso, Lewandowski e Moraes apenas registraram na plataforma do plenário virtual que acompanhariam a relatora, sem anexar voto detalhado. Ainda faltam votar os ministros Nunes Marques, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux. 

 

Por Luísa Martins — Valor Econômico

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.