Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Foragido por estupro de vulnerável é preso durante ocorrência de som alto em Brasiléia
  • Acre entra em alerta duplo para chuvas intensas e ventos de até 100 km/h neste domingo
  • Homem é esfaqueado pela namorada durante discussão no bairro Base
  • Acre registra mais de 6,5 mil ocorrências de violência doméstica em 2025; Rio Branco concentra mais da metade dos casos
  • Em poucas horas, Polícia Civil identifica e prende suspeitos de furto em Cruzeiro do Sul
  • Discussão em frente a casa noturna termina em pancadaria com cerca de 10 pessoas na capital
  • Acre registra mais de 530 casos de síndrome respiratória grave nas primeiras semanas de 2026, aponta boletim
  • Estudo brasileiro cria exame de sangue para detectar câncer de mama
  • Alan Rick faz oração por Jair Bolsonaro durante ato de filiação partidária no interior do Acre
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul fará lançamento da Feira do Peixe na próxima quarta-feira
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, março 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Variante ômicron é de ‘preocupação, mas não de desespero’, segundo Queiroga

Por Redação Juruá em Tempo.29 de novembro de 20214 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O ministro da Saúde, Marcelo Querioga, disse nesta segunda-feira (29) que a ômicron, nova variante do coronavírus, “é de preocupação, mas não desespero”. A afirmação foi feita durante evento, em Salvador, para assinatura de contrato com a Pfizer para compra de 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19.

O ministro citou o esquema de vacinação no país ao falar da nova cepa. “Temos a tranquilidade de enfrentar a imprevisibilidade de um inimigo perigoso, que é o novo coronavírus”, afirmou.

“Há três dias, foi anunciada uma nova variante, que foi inicialmente descrita na África do Sul, a variante ômicron. E eu falei: ‘é uma variante de preocupação, mas não é de desespero'”, disse. “Não é uma variante de desespero porque temos autoridades sanitárias comprometidas com assistência de qualidade.”

No fim de semana, Queriga disse que os cuidados que a população deve tomar em relação à variante ômicron, inicialmente identificada na África do Sul, são os mesmos aplicados a outras cepas da Covid que já circulam pelo mundo.

“Gostaria de tranquilizar todos os brasileiros porque cuidados com essa variante são os mesmos cuidados com as outras variantes. A principal arma que nós temos para enfrentar essa situação é a nossa campanha de imunização”, destacou em uma live nas redes sociais.

O secretário de Vigilância da Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, ressaltou que, além da imunização, as pessoas precisam continuar adotando as medidas não farmacológicas e até evitar viagens para lugares em que a nova cepa esteja circulando para evitar a contaminação.

“Dadas as mutações que poderiam conferir a capacidade de escapar de uma resposta imune, e dar-lhe uma vantagem em termos de transmissibilidade, a probabilidade de que a ômicron se propague pelo mundo é elevada”, afirmou a OMS nesta segunda. Até o momento, não houve registro de morte associada à variante.

Sobre a compra de vacinas, Queiroga disse no evento em Salvador, que o ministério tem um remanescente de 134 milhões de vacina de 2021 para uso no ano que vem, mais 100 milhões de doses da Pfizer, com a chance de expansão para compra de mais 50 milhões, e 120 milhões da AstraZeneca, totalizando ao menos 354 milhões de doses. A Coronavac, produzida no país pelo Instituto Butantan, não faz parte da lista citada pelo governo.

Na semana passada, o jornal Folha de S.Paulo mostrou que o Ministério da Saúde prevê a compra de 220 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para a campanha de imunização de 2022. O investimento projetado é de R$ 11 bilhões. A pasta estima que serão necessários 340 milhões de vacinas para o ano que vem.

Segundo o ministro, foi preciso uma integração entre vários ministérios para a assinatura do contrato desta segunda. “Foi feita realocação [do Ministério da Cidadania] de verba de R$ 7 bilhões para adquirir esse reforço para o Programa Nacional de Vacinação”, afirmou.

O Ministério da Saúde pediu à equipe do ministro Paulo Guedes (Economia) o aumento de R$ 1,4 bilhão no orçamento de 2021 para garantir a compra de 100 milhões de vacinas da Pfizer para a campanha de 2022.

O recurso extra, que deve ficar dentro do teto de gastos –regra que limita o aumento das despesas públicas–, seria usado para pagar antecipadamente 20% do contrato de R$ 7 bilhões com a Pfizer, uma imposição da farmacêutica na negociação pelas doses.

A Pfizer disse, em nota, que não comenta detalhes das negociações que mantém com o governo.

“É a reafirmação do governo para o fim da pandemia”, afirmou o ministro, que estava ao lado de João Roma, titular da pasta da Cidadania.

Queiroga negou que houve atraso atrasou na compra de vacinas e criticou o que ele chamou de “falsas narrativas” sobre a demora na imunização contra a Covid-19 no país.

Fonte: Folhapress

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.