Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Inquérito civil é instaurado para apurar falta de energia elétrica em comunidades rurais de Porto Walter
  • MPF arquiva investigação sobre supostas fraudes em contratos de merenda
  • Acre é o 6º estado que mais deve crescer no Brasil em 2026
  • Com show de três horas, Natanzinho Lima abre Expoacre Juruá em Cruzeiro do Sul
  • Ao lado de Alan Rick, prefeito Zequinha Lima participa da Expoacre Juruá
  • Durante Expoacre Juruá, Mailza recebe o governador de Ucayali para ampliar a integração entre o Acre e o departamento peruano 
  • Estande do Detran reúne educação, diversão e conscientização na Expoacre Juruá
  • Idaf reforça fiscalização sanitária na entrada de animais durante a Expoacre Juruá
  • Mailza minimiza impacto de mudanças no governo com saídas de Donadoni e Sula: ”medida pontual “
  • Nicolau Júnior destaca geração de empregos na abertura da Expoacre Juruá 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, julho 1
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

Garimpeiros e pecuaristas querem se equiparar a quilombolas e indígenas

Por Redação Juruá em Tempo.9 de dezembro de 20212 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Um pedido de representantes de garimpeiros e de pecuaristas para obter do governo federal o status de “povos tradicionais” começou a ser tratado no Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), órgão que é ligado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A classificação atualmente é concedida a 28 grupos no país, entre eles, indígenas e quilombolas.

Ao se tornar pública, a demanda gerou fortes reações de entidades, e até mesmo fez um dos próprios órgãos do governo federal, antes apontado como apoiador, antecipar que é contra o pleito. A Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR), também ligada ao ministério de Damares Alves, negou ter patrocinado a demanda e divulgou ser contra a concessão deste título aos grupos.

O documento com a pauta da reunião do CNPCT, que aconteceu entre os dias 7 e 3 de dezembro, foi feito pela SNPIR. Segundo apurado por mais de um veículo de comunicação que repercutiram a informação, o reconhecimento de garimpeiros e pecuaristas já havia sido uma demanda desta Secretaria em reuniões anteriores do colegiado.

Em nota, a Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR), para do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, informou “que são inverídicas as notícias de uma tentativa do Governo Federal em reconhecer garimpeiros e pecuaristas como povos tradicionais”.

“A informação não tem qualquer fundamento tendo em vista o procedimento normativo a ser seguido para aquela finalidade. Diante do exposto, e considerando a repercussão descabida do processo, esta SNPIR antecipa o seu entendimento de que há temeridade no reconhecimento de garimpeiros e pecuaristas como povos tradicionais, o que, julgamos, poderia se tornar um campo fértil para violação de direitos humanos”, diz a nota.

Informações mais detalhadas sobre o assunto estão na editoria de Meio Ambiente do G1 e no site ambiental O Eco.

  • Por Raimari Cardoso, do AC24horas.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.