Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Serra do Divisor integra lista da CNN como destino ideal para quem quer fugir do agito do Carnaval
  • Rio Branco concentrou 28,6% dos feminicídios registrados no Acre em 2025
  • Temyllis Silva deve assumir Secretaria de Agricultura após saída de Luiz Tchê
  • PF quebra criptografia e acessa dados de celular de Vorcaro
  • Rio Acre segue longe da cota de alerta com 9,97 metros em Rio Branco
  • STF libera mineração controlada em terras indígenas e cobra lei do Congresso
  • Em Rodrigues Alves, enteado tenta matar padrasto a facadas: “ficava de cara feia”
  • Mulher sofre crise epiléptica em açude e é socorrida pelo SAMU no Acre
  • Jovem fica ferido após ser atingido por touro durante treino para rodeio no interior do Acre
  • Segunda-feira (9) no Acre será de calor, alta umidade e chance de chuvas pontuais, aponta previsão
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Auxílio Brasil terá impacto maior para consumo que antigo Bolsa Família

Por Redação Juruá em Tempo.20 de janeiro de 20223 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Principal programa social do governo de Jair Bolsonaro para 2022, o Auxílio Brasil, que substituiu o Bolsa Família, criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, irá oferecer cerca de 89,9 bilhões de reais aos mais vulneráveis este ano. O montante é quase o valor total gasto pelo atual governo com o Bolsa Família, entre janeiro de 2019 e outubro de 2021, quando foram destinados 93,6 milhões de reais para o programa. Segundo um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Auxílio Brasil deverá injetar o equivalente a 59,2 bilhões de reais para o consumo imediato das famílias. A entidade estima que o programa terá um impacto semelhante ao do Auxílio Emergencial, lançado para socorrer os mais vulneráveis em meio à pandemia de Covid-19.

Apesar do alento ao comércio, Fabio Bentes, economista-sênior da CNC, projeta que fatores como a alta expressiva dos juros, a inflação e o nível de desemprego no país serão drenos que prejudicarão a efetividade na destinação desses recursos. “No curto prazo, o impacto do novo programa tende a ser significativo para a economia”, diz ele. “Só que o país tem problemas que, de certa forma, vão drenar um pouco da potência do estímulo ao consumo por meio do programa. A inflação está muito alta e deve continuar pressionada este ano, em torno de 5% ou 6%. Isso ajuda a corroer um pouco do poder do programa. Fora isso, há o endividamento das famílias, que já atinge mais de 30% do orçamento das famílias.”

Se cerca de 70% dos ganhos com o programa social circularão por meio do consumo imediato, o estudo aponta que mais de 25%, ou 21,6 bilhões de reais, devem ser direcionados para a quitação ou o abatimento de dívidas por parte das famílias brasileiras. Apenas 3,8%, o equivalente a 3,2 bilhões de reais, devem ser poupados para consumo futuro. “Não vai ser o Auxílio Brasil que vai fazer o ano ser bom ou ruim para o comércio, mas já é uma ajuda. O que a gente precisa, de fato, é melhorar as condições de consumo, ter uma inflação mais baixa, com juros numa trajetória mais curta de crescimento, para resgatar um pouco das condições de consumo. O Auxílio é uma ajuda adicional, mas não vai ser decisivo para o ano do comércio”, aponta Bentes.

De acordo com o Banco Central, no terceiro trimestre do ano passado, 30,3% da renda média dos brasileiros estava comprometida com dívidas — maior patamar da série histórica iniciada em 2005. Mesmo com a breve redução desse percentual entre o segundo e o terceiro trimestres de 2020, quando parte dos recursos do Auxílio Emergencial foi empregado no pagamento de dívidas, os desdobramentos econômicos da crise sanitária voltaram a pressionar o endividamento familiar. Pelas contas da CNC, caso o percentual da renda comprometido com dívidas regredisse ao mesmo patamar do nível pré-pandemia (24,7%), algo pouco provável no curto prazo, a destinação de recursos para o consumo imediato sofreria um acréscimo de 6,7 bilhões de reais, totalizando 65,91 bilhões de reais, em vez dos 59,1 bilhões de reais indicados no estudo.

  • Fonte: Veja Abril.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.