Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • BR-364: DNIT inicia nova fase de obras no trecho do aeroporto de Rio Branco
  • Nota Premiada Acreana divulga novos ganhadores de março com prêmios de até R$ 20 mil
  • GEFRON apreende cerca de 6 mil maços de cigarros contrabandeados em Capixaba
  • Cruzeiro do Sul realiza atendimento em tenda montada após inundação de Unidades de Saúde durante cheia do Rio Juruá
  • Influenciador que fingiu própria morte anuncia “cura da homossexualidade”
  • Homem é morto a tiros em ramal de Mâncio Lima
  • Dança criada por influenciador acreano vira trend e ganha o mundo com vídeos inspiração
  • Coronel Ulysses é eleito presidente da Subcomissão de Segurança Privada e Bombeiros Civis da Câmara dos Deputados
  • Ifac vai pagar auxílio emergencial a estudantes atingidos por enchentes no Juruá
  • MPF abre procedimento para acompanhar falta de merendeiros em escolas indígenas no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, abril 8
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Últimas Notícias

Bolsonaro veta Refis para MEIs e pequenas empresas

Por Redação Juruá em Tempo.7 de janeiro de 20223 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

BRASÍLIA – Depois de mandar a sua equipe dar um “jeito”, o presidente Jair Bolsonaro acatou a recomendação do Ministério da Economia e vetou integralmente o Refis (parcelamento de débitos tributários) para as micro e pequenas empresas e os microempreendores individuais (MEIs).

Parlamentares já avisaram ao presidente que vão trabalhar para derrubar o veto quando o Congresso Nacional voltar, após o recesso de fim de ano.

A reabertura do programa poderia permitir a renegociação de R$ 50 bilhões em dívidas. Hoje, no Brasil, há 16 milhões de microempreendedores individuais e empresas de pequeno porte. A atual proposta de Refis foi aprovada com votação praticamente unânime no Congresso.

Bolsonaro foi aconselhado pela Advocacia-Geral da União (AGU) a não correr mais riscos jurídicos, depois da polêmica em torno da sanção da prorrogação da folha de pagamentos de 17 setores sem a adoção de medidas compensatórias para a perda de arrecadação. A AGU, que deu sinal verde à sanção da prorrogação da folha, contrariando posição da equipe econômica, desta vez acompanhou o Ministério da Economia e manifestou-se pelo veto.

Na justificativa para o veto, o presidente diz que o projeto apresenta “vício de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público”, uma vez que o Refis conta com renúncia tributária e não foi atendido dispositivo do artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que exige a compensação. A opção do presidente era aumentar tributos para compensar a renúncia, o que ele não quis fazer.

Intensas negociações

Na quinta-feira, 6, prazo final para a sanção da lei aprovada pelo Congresso que criou o programa, houve intensas negociações com os parlamentares e representantes dos empresários tentando reverter o risco de veto integral do projeto.

Eles se animaram no início da noite com a sinalização do Palácio do Planalto depois que o presidente criticou a recomendação do veto pela equipe econômica.

No início da transmissão semanal que faz pela internet, Bolsonaro reclamou, sem saber que a live já tinha começado: “Como são as coisas, né? O cara querendo que eu vetasse o Simples Nacional”, disse. Em seguida, perguntou: “Passou telefone do Pedro?”. Provavelmente, ele se referia a Pedro César Nunes, subchefe para Assuntos Jurídicos (SAJ) da Secretaria-Geral da Presidência, responsável pelo assessoramento jurídico do Planalto.

Após o Estadão/Broadcast revelar que o Palácio do Planalto havia sinalizado a possibilidade de veto, no início da tarde de ontem, a repercussão negativa foi grande entre apoiadores do presidente.

À noite, o relator do projeto na Câmara, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), estava confiante de que o veto seria parcial. Segundo ele, a solução em estudo era vetar um trecho do projeto aprovado pelo Congresso para que as empresas que tiveram aumento do faturamento durante a pandemia da covid-19 não pudessem aderir ao Refis e fizessem a transação tributária. Ficaria mantido o Refis para todas as micro e pequenas empresas e microemprededores (MEI) que tiveram queda de faturamento durante a pandemia. Mas a ideia não prosperou.

Uma reunião da equipe econômica foi feita à noite com o secretário-executivo, Marcelo Guaranys, para encontrar a solução. Com o prazo apertado, a decisão acabou sendo pelo veto integral.

Ao longo do seu mandato, Bolsonaro tem contado com a derrubada pelo Congresso de vetos que assina contrariado para atender dispositivos legais.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.