Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • BR-364: DNIT inicia nova fase de obras no trecho do aeroporto de Rio Branco
  • Nota Premiada Acreana divulga novos ganhadores de março com prêmios de até R$ 20 mil
  • GEFRON apreende cerca de 6 mil maços de cigarros contrabandeados em Capixaba
  • Cruzeiro do Sul realiza atendimento em tenda montada após inundação de Unidades de Saúde durante cheia do Rio Juruá
  • Influenciador que fingiu própria morte anuncia “cura da homossexualidade”
  • Homem é morto a tiros em ramal de Mâncio Lima
  • Dança criada por influenciador acreano vira trend e ganha o mundo com vídeos inspiração
  • Coronel Ulysses é eleito presidente da Subcomissão de Segurança Privada e Bombeiros Civis da Câmara dos Deputados
  • Ifac vai pagar auxílio emergencial a estudantes atingidos por enchentes no Juruá
  • MPF abre procedimento para acompanhar falta de merendeiros em escolas indígenas no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, abril 8
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Generais do Exército rejeitam crise da vacina e tentam isolar Bolsonaro, diz jornal

Por Redação Juruá em Tempo.11 de janeiro de 2022
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Generais do Alto Comando do Exército revelaram, sob anonimato, ao jornal Folha de S.Paulo, que o incômodo do presidente Jair Bolsonaro (PL) com diretrizes básicas para a pandemia não provocou sequer uma minicrise entre os militares e o governo.

Segundo eles, o documento produzido pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, foi uma peça burocrática, sem motivo para abalar a relação de Bolsonaro com o comando da Força.

Na semana passada, Bolsonaro pressionou o Comando do Exército para que houvesse um esclarecimento sobre a diretriz de Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, que regulava o retorno ao trabalho presencial da tropa com um “sinal verde” para militares já vacinados.

O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, teria entrado em jogo para mediar esse mal-estar entre governo e exército. De acordo com os militares ouvidos pela Folha, não houve exigência para a elaboração de um nota pública.

Segundo o jornal, a ideia acabou sendo abortada, pelo menos momentaneamente, pois uma nota alimentaria uma crise que, para os generais do Alto Comando, não existia e nem deveria existir.

  • Fonte: IstoÉ.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.