Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • BR-364: DNIT inicia nova fase de obras no trecho do aeroporto de Rio Branco
  • Nota Premiada Acreana divulga novos ganhadores de março com prêmios de até R$ 20 mil
  • GEFRON apreende cerca de 6 mil maços de cigarros contrabandeados em Capixaba
  • Cruzeiro do Sul realiza atendimento em tenda montada após inundação de Unidades de Saúde durante cheia do Rio Juruá
  • Influenciador que fingiu própria morte anuncia “cura da homossexualidade”
  • Homem é morto a tiros em ramal de Mâncio Lima
  • Dança criada por influenciador acreano vira trend e ganha o mundo com vídeos inspiração
  • Coronel Ulysses é eleito presidente da Subcomissão de Segurança Privada e Bombeiros Civis da Câmara dos Deputados
  • Ifac vai pagar auxílio emergencial a estudantes atingidos por enchentes no Juruá
  • MPF abre procedimento para acompanhar falta de merendeiros em escolas indígenas no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, abril 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

“Temos que replantar”, diz jovem Apiwtxa, de Marechal Thaumaturgo

Por Redação Juruá em Tempo.11 de janeiro de 2022Updated:18 de janeiro de 20223 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Às margens do Rio Amônia, perto da fronteira do Brasil com o Peru, no estado do Acre, está a aldeia Apiwtxa, do povo indígena ashaninka. A aldeia fica a cerca de duas horas e meia de distância em barco pelo rio, quando o nível da água permite, desde o município de Marechal Thaumaturgo, certificado pela edição 2017-2020 do Selo UNICEF por impulsionar políticas públicas para crianças e adolescentes. Lá, é onde nasceu e vive Poyowari Piyãko, de 19 anos.

Foto mostra jovem sentado em uma rede tocando violão. Ele usa pinturas indígenas no rosto.,

A rotina de Poyowari na aldeia é parecida com a de muitos jovens. Ele está terminando o ensino médio na escola do local, trabalha como jovem aprendiz na comunidade e gosta de tocar violão no seu tempo livre. E, agora, ele também faz parte do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (Nuca), iniciativa do Selo UNICEF no município.

Apesar de estar distante do município de Marechal Thaumaturgo para participar dos encontros do Nuca, Poyowari acompanha as discussões do grupo e participa sempre que pode. Sua participação já proporcionou diversas trocas de experiências entre os jovens indígenas e da zona urbana do município, como um “intercâmbio” que levou jovens da cidade a conhecer a realidade da aldeia. “A gente debate sobre os projetos que queremos fazer pros jovens de Marechal Thaumaturgo, também indígenas daqui e de outras comunidades. É importante porque os jovens vão ser nosso futuro, e precisamos começar desde agora ensinando o que devem fazer”, diz.

Foto aérea mostra a floresta, a aldeia e o rio

Um dos temas com que jovens participantes do Nuca poderão se engajar, discutir e pensar ações na edição 2021-2024 do Selo UNICEF será mudanças climáticas. Na aldeia de Poyowari, ele já tem percebido as consequências de muitas delas. “No verão, faz mais calor do que antes, está se estendendo por um tempo maior. Antes o rio ficava seco, mas não tanto como agora. Isso por causa das mudanças climáticas, das queimadas. Aqui na região existem muitas queimadas, pessoas derrubando [árvores] para fazer campo de gado”, conta.

Foto aérea mostra a floresta, a aldeia e o rio

Para ele, ainda há uma forma de mudar essa situação: “Começando pela floresta, tem que replantar”, explica. Agora, participando do Nuca, ele espera que os adolescentes e jovens de Marechal Thaumaturgo também possam aprender a cuidar do que eles têm. “A gente vive na natureza; sem ela, morremos. Sem o ar, morremos sufocados. Tem que ser de cada pessoa pensar uma coisa positiva, nós todos temos que saber o que fazer. Não é só derrubar, não é só matar. Temos que plantar novamente, para no futuro ter um fruto para a gente”, completa Poyowari.

  • Fonte: UNICEF.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.