Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mais de 70 kg de drogas são apreendidos durante abordagem no Acre
  • MPAC investiga curso “Bombeiro Mirim” oferecido a crianças em Cruzeiro do Sul
  • Ladrão em bicicleta é atropelado por carro e registro viraliza na internet
  • Droga escondida em polpa de açaí é apreendida em aeroporto
  • Homem é condenado a mais de 9 anos por estuprar adolescente de 13 anos em Mâncio Lima
  • Governo do Acre já arrecadou mais de R$ 2,2 bilhões em 2026
  • Com R$ 634 mil, Cruzeiro do Sul lança editais da Lei Aldir Blanc 2026 e fortalece setor cultura
  • Mara Maravilha faz confissão surpreendente ao mandar recado no aniversário de Xuxa Meneghel
  • Luana Piovani desabafa em meio a polêmica e diz que deseja estar perto do filho
  • Larissa Manoela expõe luta contra endometriose e revela medo de infertilidade
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, março 28
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Bolsas despencam após Rússia invadir Ucrânia; petróleo passa de US$ 100 pela 1ª vez desde 2014

Por Redação Juruá em Tempo.24 de fevereiro de 20223 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A invasão da Ucrânia pela Rússia derrubou as bolsas internacionais nesta quinta-feira (24) e fez o preço do petróleo passar de US$ 100 pela primeira vez desde 2014, com o barril do tipo Brent atingindo US$ 105.

Outros ativos considerados refúgios seguros, como o ouro, o dólar e o iene japonês, se valorizaram num momento de tensão elevada nos mercados.

Bolsa da Alemanha cai; em Moscou, tombo chega a 50%

Por volta das 9h10 (horário de Brasília), o índice DAX da bolsa da Alemanha – a maior economia da Europa e muito dependente de insumos energéticos russos – caía 4,65%. As bolsas de Paris e Madrid tinham baixa em torno de 4%. Em Londres, o índice FTSE recuava 2,89%.

A Bolsa de Valores de Moscou chegou a suspender a operações após abrir com queda de mais de 10%. Ao longo das negociações, chegou a tombar 50%. Já o rublo caiu 7% em relação ao dólar e atingiu seu mínimo histórico, mas reduziu a desvalorização após intervenção do Banco Central russo.

A Bolsa de Tóquio encerrou a sessão de quinta-feira em baixa de 1,8%. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 2,03%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 3,21%. Já a bolsa de Sydney tombou 2,99%.

Nos EUA, os índices futuros tinham queda de mais de 2%, sinalizando um dia de perdas também em Wall Street. Com esse desempenho, o Nasdaq ficava a caminho de cair 20% em relação a um pico recorde de novembro, a primeira distância dessa magnitude desde março de 2020, na ocasião da chegada da pandemia de Covid-19.

“Neste momento, é impossível apostar em qualquer cenário”, diz Ipek Ozkardeskaya, analista da empresa de investimentos SwissQuote, para quem este “é o pânico nos mercados”.

O porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov afirmou que a Rússia criou ferramentas de segurança suficientes para sobreviver à reação “emocional” do mercado financeiro à invasão russa da Ucrânia.

Petróleo bate US$ 105

O preço de petróleo barril do tipo Brent, a referência do mercado, ultrapassou a barreira de US$ 100 pela primeira vez desde 2014. Por volta das 9h15, o preço do barril de Brent subia 8,15%, a US$ 104,99. O petróleo WTI avançava 8,13%, a US$ 99,59.

A escalada militar eleva os temores sobre o abastecimento de produtos básicos chave, como petróleo, trigo e metais, em meio a uma demanda crescente na reabertura das economias, após os fechamentos provocados pela pandemia da Covid-19.

Grandes petroleiras, como BP, Exxon Mobil e Shell, têm investimentos significativos na Rússia.

“O suprimento de petróleo da Rússia vai desaparecer do dia para a noite se sofrer sanções, e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) não consegue produzir de forma rápida o suficiente para compensar”, diz o economista Howie Lee, da OCBC.

Desde o início do ano, o petróleo já tinha subido mais de US$ 20 por conta do temor de que a Europa e os Estados Unidos impusessem sanções no setor energético da Rússia e afetasse o suprimento global de energia.

Embora não tenha havido ainda imposição de sanções sobre esse setor, países ocidentais e o Japão impuseram novas sanções contra a Rússia na terça-feira (24) e prometeram ampliá-las caso Moscou invadisse a Ucrânia, o que acabou ocorrendo.

A disparada do petróleo coloca mais pressão sobre os preços dos combustíveis no Brasil. Desde 2016, a Petrobras passou a adotar para suas refinarias uma política de preços que se orienta pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pelo câmbio.

  • Fonte: g1.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.