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Edvaldo cobra celeridade do governo para sancionar lei que fixa em 32 anos a idade máxima para ingresso na PM e Bombeiros

Por Redação Juruá em Tempo.16 de fevereiro de 2022Updated:16 de fevereiro de 20222 Minutos de Leitura
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O líder da oposição na Assembleia Legislativa do Acre, deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) cobrou o governador Gladson Cameli (PP) e o governo para que sancione imediatamente a lei aprovada na Aleac que fixa a idade máxima de 32 anos para ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros. O parlamentar diz que a lentidão prejudica milhares de jovens que estão à espera da sanção.

Após publicada, a medida já permitirá a mudança no edital do concurso do Corpo de Bombeiros. O receio de Edvaldo é que o atraso na sanção e publicação possa comprometer os prazos e deixar milhares de jovens de fora deste certame.

“Essas Casa aprovou uma alteração simples, em tempo recorde. E até com as polêmicas, construímos uma unidade em cima disso. Aliás, quem construiu a unidade foi a oposição. A não promulgação é um desrespeito do Executivo, um desrespeito aos jovens, a esta Casa e aos deputados autores das emendas. Meu apelo é que parem de sassaricarem politicamente e vão cuidar dos seus afazeres. Estão prejudicando as pessoas, prejudicando os jovens”, disse Edvaldo Magalhães.

Em outro trecho da sua fala, Edvaldo lembrou as emendas dos colegas Gehlen Diniz (PP) e Cadmiel Bonfim (PSDB). Gehlen propôs a emenda que permite a inscrição em concursos para oficiais dos Bombeiros, com formação em qualquer área do nível superior. Já Cadmiel apresentou a emenda que acaba a exigência de idade de 40 anos para ingresso nos quadros de oficiais, de militares que já estão atuando nas duas corporações.

“Nós fomos indagamos por jovens do Acre todo para a alteração dessa idade mínima. E agora essa enrolação toda, a falta de sensibilidade. Ora, se querem vetar, desocupem a moita e mande para a Aleac que em uma sessão a gente derruba esse veto e se for promulgar, que promulgue logo”, desabafou.

Por fim, em conversa com líder do governo, deputado Pedro Longo, Edvaldo disse que este informou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) tem entendimento diverso ao que foi aprovado na Assembleia. Neste sentido, a Casa Civil encaminhou expediente consultando os comandos do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar.

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