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Justiça nega pela terceira vez liberdade a policial que matou picolezeiro em Rio Branco

Por Redação Jurua em Tempo29 de março de 20222 Minutos de Leitura
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O Juiz Alesso Brás, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar, manteve a prisão preventiva do policial penal Alessandro Rosas Lopes, que vai continuar preso. Ele é acusado de matar com dois tiros nas costas o vendedor de picolé Gilcimar da Silva Honorato, em dezembro de 2020, no Conjunto Esperança. Rosas aguarda o resultado de um exame de sanidade mental para saber se vai ou não ser julgado pelo Tribunal do Júri.

Ao justificar sua decisão, o juiz disse que pela gravidade do crime, as circunstâncias em que ocorreram os fatos, além das condições do acusado que é um agente de segurança pública, a medida também é necessária. Desde que foi preso, essa é a terceira vez que Alessandro Rosas Lopes tem a prisão preventiva reavaliada e mantida pela justiça acreana.

O Policial Penal foi preso no dia 12 de dezembro de 2020 depois de matar de forma covarde Gilcimar Honorato, que ganhava a vida e sustentava a família vendendo picolés, com dois tiros de uma pistola ponto 40 nas costas. Há dois meses a ação penal foi suspensa, já que a defesa solicitou instauração do incidente de sanidade mental. De acordo com informações ele já teria sido avaliado por médicos e peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil.

Ac24horas

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