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Aplicativo desenvolvido em Cruzeiro do Sul une pesca artesanal e tecnologia digital

Por Redação Juruá em Tempo.6 de abril de 20223 Minutos de Leitura
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Aliando conhecimento tradicional à cultura digital, o Instituto Fronteiras, sediado em Cruzeiro do Sul e demais parceiros apresentam neste sábado, dia 09, dois aplicativos que podem auxiliar o pescador em seu empreendimento artesanal ao mesmo tempo que os auxilia na garantia de direitos.

O aplicativo Ictio já existe. Ele foi primeiro elaborado pela WCS Brasil em parceria com a Universidade de Cornell. O objetivo do aplicativo é apoiar o pescador na gestão de sua atividade, possibilitando a marcação das espécies, quantidade de pescado e local da pesca.

A informação fica guardada no celular do pescador e pode ser consultada quando necessário. O Ictio também pode ser usado por consumidores de peixe na identificação da precificação do pescado no mercado Beira Rio.

Já o aplicativo “do Pescador”, vem sendo elaborado pelo Instituto Fronteiras, em parceria com a Colônia de Pescadores Z1 de Cruzeiro do Sul, o Coletivo Proteja Amazônia e a WCS.

O propósito é apoiar pescadores na garantia de seus direitos apontando datas importantes que eles devem se ater para a apresentação de documentos junto a sua representação de classe, informações de órgãos governamentais de apoio, e perguntas e respostas frequentes para a garantia de seus direitos.

“A oficina tem como tema a inclusão digital e tecnologia digital para a pesca artesanal, que vem preencher uma lacuna referente à falta de informações, para fornecer informações para que o pescador e a pesca sejam incluída no processo de tomada de decisão, tendo o pescador como protagonista do próprio desenvolvimento. Os apps vêm para fornecer nova perspectiva e nova forma de governança dos recursos de pesca artesanal agregar na iniciativa de gestão compartilhada agente nessa gestão fornecer dados importantes para essa tomada de decisões”, explica Itamar Nascimento Silva, coordenador da Colônia de Pescadores Z1 de Cruzeiro do Sul.

“Há um atraso histórico no que diz respeito às tecnologias e políticas mais adequadas aos anseios dos pescadores artesanais que sofrem por serem pouco considerados nos processos de tomada de decisão. Há uma invisibilidade sobre a importância econômica e social da pesca artesanal na região do Vale do Juruá. Muitos deles são alijados de seus direitos, muitas vezes por não se reconhecerem como pescadores”, explica Karla Diláscio, do Instituto Fronteiras.

“A situação de descaso e pouco reconhecimento dos pescadores como categoria profissional especial, tem levado muitos jovens, filhos destes pescadores, a abandonar suas atividades da pesca e recorrer a empregos na cidade. É sobre esta realidade que a parceria entre a Colônia de Pescadores Z1 e o Instituto Fronteiras, ambos de Cruzeiro do Sul-AC, pretendem atuar”, conclui.

“Trata-se de exemplo de construção coletiva protagonizada pela sociedade civil que combina tecnologias sociais e de programação para propor alternativas de solução para um problema complexo enfrentado pelas comunidades de pescadores da região do Juruá: a exclusão dessas comunidades de seus direitos fundamentais e a cada vez menor população de pescados na sua bacia”, explica Charles B. Rossi, coordenador do Instituto Fronteiras e professor de Direitos Humanos do Campus Floresta da Universidade Federal do Acre.

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