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Decisão do Copom pode levar os juros ao maior patamar em cinco anos

Por Redação Juruá em Tempo.4 de maio de 20222 Minutos de Leitura
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O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anuncia nesta quarta-feira, 4, sua decisão sobre o rumo da taxa básica de juros no Brasil. É consenso no mercado financeiro que o BC eleve, pela décima vez consecutiva, a Selic. As análises esperam que a alta seja de 1 ponto porcentual, em um ritmo menor do que as três decisões anteriores, que subiram em 1,5 ponto os juros, até que se chegasse ao 11,75% ao ano vigente. Caso as projeções se confirmem, a Selic atingirá 12,75%, acima do patamar de fevereiro de 2017 e próximo dos 13% de janeiro do mesmo ano.

A escalada dos juros é a resposta do Banco Central à inflação alta e persistente, que segue acima dos dois dígitos e até mesmo “surpreendeu” o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, com a forte alta em março. “O cenário atual, com inflação elevada, persistente e disseminada, é consistente com essa decisão, e ensejará que a autoridade monetária continue avançando com a taxa Selic em território significativamente contracionista”, afirma o Itaú em relatório. 

A persistência da inflação brasileira, neste momento, tem grande componente externo, com as commodities escalando em meio ao conflito entre Rússia e Ucrânia, o surto de Covid-19 na China que fecha portos e causa gargalos logísticos e também a inflação e os juros mais altos em economias desenvolvidas – nos EUA, é esperado que o Federal Reserve aumente novamente as taxas de juros, também nessa quarta-feira. 

O mercado, no entanto, tem expectativa sobre a condução dos juros a partir desta decisão. As taxas mais altas são ferramentas para o controle inflacionário mas têm consequência direta no crescimento econômico, estimado em menos de 1% neste ano, segundo o Boletim Focus, que reúne as projeções do mercado financeiro.  “Esperamos que o Copom deixe a porta aberta para outra alta menor da Selic no Reunião de junho. Encerrar o longo ciclo de aperto em junho (com um aumento moderado da taxa) seria justificado em nossa visão pelo fraco perfil de crescimento do PIB real abaixo da tendência, efeitos defasados ​​de uma orientação monetária já claramente restritiva, real bem licitado e aumento incerteza geopolítica e econômica global em meio à alta volatilidade financeira”, afirma o Goldman Sachs.

  • Fonte: Veja Abril.
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