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Maio laranja: psicóloga cruzeirense explica como o abuso sexual infantil pode refletir na vida adulta das vítimas

Por Redação Jurua em Tempo24 de maio de 2022Updated:24 de maio de 20224 Minutos de Leitura
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No dia 18 de maio de 1973, uma menina de oito anos de idade, chamada Araceli, foi sequestrada, drogada, violentada sexualmente e assassinada, em Vitória (ES). No ano de 1991, os três réus acusados de matar a menina foram absolvidos e o crime permanece impune até hoje. A partir da mobilização de entidades, houve a ideia de criar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual e Comercial de Crianças e Adolescentes. A data sugerida foi 18 de maio, dia do assassinato de Araceli que, em 2000, com a aprovação da Lei Federal 9.970/2000, tornou-se oficial em todo o território brasileiro.

A equipe do O Juruá em Tempo conversou com a psicóloga Amanda Lima a fim de tentar entender o quão traumático um abuso sexual pode ser na vida da criança ou do adolescente. De acordo com ela, existem alguns sinais que podem indicar que o menor está sendo vítima de abuso.

“Mudanças de comportamento, alterações de humor entre retraimento e extroversão, medos excessivos e regressão a comportamento infantis, como choro excessivo sem causa aparente, medo de escuro ou de ficar sozinha, são alguns sinais de alerta que crianças e adolescentes emitem quando estão sofrendo algum tipo de abuso sexual”, disse.

Um caso de violência sexual infantil pode mudar a vida e a rotina tanto da criança quanto da sua família. Por isso é tão importante que todos recebam apoio psicológico. “É importante buscar suporte adequado, evitando a tendência ao isolamento. A psicoterapia é fundamental na hora de enfrentar o trauma deixado pela violência sexual. Além disso, quando a vítima recebe o apoio da família, pode se sentir mais confortável para avançar no processo terapêutico sem se sentir pressionada”, explica a psicóloga.

Ainda de acordo com a profissional, o abuso sexual pode deixar traumas inimagináveis na vida da criança e do adolescente, acarretando em outros transtornos como ansiedade e/ou depressão. “O abuso sexual de crianças e adolescentes pode trazer graves consequências para a saúde mental das vítimas tanto no curto como no longo prazo. As vítimas podem desenvolver transtornos psicológicos como por exemplo, ansiedade, depressão ou apresentar comportamentos sexuais inadequados para a idade. Quando as vítimas de abuso sexual não recebem um apoio psicológico adequado, elas podem crescer traumatizadas e com valores distorcidos, além de sofrer com os danos do abuso de modo a influenciar suas escolhas e impulsos para o resto da vida, inclusive reproduzindo violências”, destaca.

Sobre essas consequências a longo prazo, Amanda explica que esse trauma de infância, se não tratado devidamente, pode vir a causar sérios danos a vida adulta da vítima. “O abuso sexual na infância, pode causar sérios prejuízos na vida adulta dos indivíduos, com repercussões que podem ser cognitivas, comportamentais, emocionais, físicas e sociais. É um trauma que pode gerar sintomas como ansiedade, depressão, vergonha baixa autoestima, comportamento suicida, isolamento social, dentre outros”, ressalta.

É importante que as crianças e os adolescentes sejam orientados e ensinados a identificar um possível um abuso. É, principalmente, dever dos pais criar um laço de confiança para que o filho tenha total liberdade de contar caso algo venha a acontecer.

“As crianças precisam conhecer as partes do corpo e seus respectivos nomes. Explique a eles que as partes íntimas não podem ser tocadas e nem vistas por estranhos. Ensine a criança a não permitir que ninguém toque em suas partes íntimas, e que ela não toque nas partes intimas de ninguém, mesmo que essa pessoa seja conhecida. É preciso que seu filho sinta segurança em lhe contar qualquer coisa, inclusive uma situação de abuso. Ensine-o que segredos não são coisas boas, e que ele deverá lhe contar tudo que acontece, assim será mais fácil identificar uma situação de abuso”, finaliza Amanda.

Em seu Instagram, @psiamandalimaa, a psicóloga fala mais sobre o assunto e traz dicas a respeito de saúde mental.

Por:
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