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Mais de 190 reeducandos participam de cursos do Pronatec para qualificação profissional

Por Redação Jurua em Tempo 13/05/2022 15:48
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Focado na reinserção social, o governo do Acre, por meio do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), em parceria com o Instituto de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec), realizou na última quinta-feira, 12, a aula inaugural de cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), direcionados à reeducandos do sistema prisional, em Rio Branco.

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A aula foi realizada no auditório da sede do Iapen, localizada no bairro Estação Experimental e contou com a presença dos representantes de cada instituição, além de apenados do regime semi-aberto.

Para o presidente da pasta, Glauber Feitosa, qualificar profissionalmente essa parcela da população significa promover cidadania. “Faz parte da nossa política de oportunidade e humanização ofertar qualificação profissional aos reeducandos. É um resgate a cidadania, dar a eles a oportunidade de ter uma segunda chance, de viver em sociedade. A ideia é levar os cursos também para fora da capital, em unidades do interior”, disse ele.

Glauber Feitosa, presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre. Foto: Clebson Vale/Iapen

Os cursos ofertados serão nas áreas de corte e costura, cabeleireiro, manicure e pedicure, marcenaria e mecânico de refrigeração. As qualificações são voltadas a atenderem as demandas do mercado do trabalho, facilitando a reinclusão dos reeducandos quando estiverem em liberdade, o que pode refletir diretamente na não-reincidência criminal.

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Ao todo, serão atendidos 194 reeducandos da unidade prisional Francisco de Oliveira Conde (Foc), sendo 30 da ala feminina, 105 do regime semiaberto, 45 do regime fechado e 15 egressos do sistema. Os cursos terão duração de até cinco dias, com quatro horas diárias.

“Nosso estado é pequeno e as vagas de emprego formal são escassas, além de haver uma certa resistência por parte do mercado de trabalho com egressos do sistema prisional. Portanto, a escolha dos cursos foi pensada na possibilidade de reinserção produtiva dos apenados, possibilitando renda e autonomia”, explicou Margarete Santos, chefe da Divisão de Educação do Iapen.

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