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Familiares e amigos de professor morto na frente da esposa e do filho são ouvidos no AC; polícia tenta descobrir motivação

Por Redação Jurua em Tempo4 de junho de 20222 Minutos de Leitura
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Ainda sem ter uma linha de investigação definida, a Polícia Civil começou a ouvir os familiares e amigos do professor de educação física Marcelo de Araújo Brígido, de 42 anos, morto na noite de terça-feira, 31 de maio, quando teve a casa invadida por duas pessoas e foi alvejado com pelo menos sete tiros.

O crime ocorreu no Residencial Bonsucesso, em Rio Branco, quando a porta da casa da família foi arrombada e o professor morto na frente da esposa e do filho de 9 anos.

O delegado Cristiano Bastos, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação, não soube precisar quantas pessoas já foram ouvidas, mas informou que entre os que prestaram depoimento, estão familiares e amigos, até este sábado (4).

“Ainda não identificamos a motivação e não descartamos nenhuma. Conversamos com familiares, esposa e amigos mas ainda não foi possível esclarecer o motivo”, pontuou.

Logo após o crime, o delegado tinha informado que, inicialmente, com as primeiras informações levantadas foi possível apurar apenas que a vítima não tinha ligação com o crime. Além disso, ele explicou que tinham sido feitas diligências em busca dos suspeitos, mas ninguém foi identificado ainda.

Brígido era professor e tinha um centro de treinamento no bairro. Ele estava em casa com a família, quando arrobaram a porta, entraram no local e efetuaram pelo menos sete disparos. A esposa dele presenciou o crime e disse que apenas se jogou com o filho no chão, segundo informou um familiar que preferiu não se identificar.

Inicialmente, a família informou que também não suspeita o que possa ter motivado o crime.

“Já fizemos uma análise inicial da vida pregressa da vítima e não tem envolvimento com o crime, muito menos com organização criminosa. Vamos aprofundar a investigação. Trata-se de execução. Algo motivou essa execução. As pessoas falam que realmente era uma pessoa de bem, não tinha problema com ninguém, mas temos que aprofundar e identificar a motivação. Vários podem ser os motivos”, explicou Bastos.

Com informações G1 Acre

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